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Segunda-feira, Junho 26, 2006
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 8:49 PM | |
Terça-feira, Junho 20, 2006
:: ZÉ NASCIMENTO
| 8:30 PM | |
Segunda-feira, Junho 19, 2006
Entrevista pós-mortem com BussundaDeixe uma mensagem para o sofrido povo brasileiro que chora sua irreparável perda!
Agora que eu morri vocês não precisam mais perder tempo assistindo ao programa, comprando livros e acessando o site... Vá todo mundo se fuder!!! Do site oficial do Casseta e Planeta, de 2003. A página já foi retirada do ar, mas ainda se encontra no cache do Google.
INVASÃO DE POST
Invadi esse post do Moisés por dois motivos:
1) Porque eu posso, eu sou o administrador.
2) Pra não ficar dois posts seguidos sobre o mesmo tema.
A parte de baixo é minha, a de cima é do Moisés.
Pedro Moraes
Profético!Muito antes dos boatos do Cocadaboa que geraram a entrevista aí de cima, a extinta Revista da Web já sabia:
capa de setembro/2000
...e que venham as críticas à foto de mau gosto.
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:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 10:33 AM | |
Domingo, Junho 18, 2006
Então, aí vai uma opinião mais embasada que a minha sobre isso, da coluna do Ombudsman da Folha de S.Paulo de hoje:
A ênfase na distorção
O antropólogo Gilberto Velho é titular e decano do Departamento de Antropologia do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Adora futebol.
OMBUDSMAN - As principais críticas que tenho visto em relação ao trabalho da imprensa na cobertura da Copa da Alemanha dizem respeito ao excesso de espaço e tempo, ao ufanismo e ao fato de que outros assuntos relevantes acabam ofuscados. Qual é a sua avaliação?
GILBERTO VELHO - Concordo, mas só que tem uma outra dimensão: é inevitável, no decorrer de episódios da vida social, que as pessoas derivem para outros assuntos. As pessoas não podem ficar o tempo todo vivendo a dimensão mais sofrida, mais trágica da vida social, de uma sociedade com denúncias de corrupção e com a vivência aguda de violência. Tudo isso é verdade, mas é preciso entender que a vida social, pela sua complexidade, faz com que as pessoas se movam em vários planos. Tem o lado lúdico, o lado amoroso, o lado festivo.
Agora, eu acho que a imprensa dá uma cobertura excessiva, deixando de lado ou obscurecendo outros assuntos. Não estou dizendo que é uma conspiração, mas é um excesso de focalização na Copa.
Além disso, há uma ênfase a um certo tipo de tema que implica uma certa distorção, como é o caso do Ronaldo, transformado no centro das atenções e até em bode expiatório. Acho que tem uma dimensão de crueldade que me espanta. O grande assunto passa a ser um drama pessoal, a dificuldade de um indivíduo, e não a dimensão do esporte, da seleção como um todo, as atuações dos outros jogadores. Eu acho que virou um exercício de uma certa crueldade pública.
O time brasileiro, do meio para frente, jogou mal. Ronaldinho Gaúcho jogou muito aquém do que costuma jogar. Kaká fez uma bela jogada, correu mais, fez um bonito gol. O Adriano não jogou nada. O time não jogou bem como um todo. No entanto, tudo fica em cima do lado dramático, de um lado pessoal, quase criando uma novela Ronaldo, ao invés de discutir mais a competência geral da seleção, seu modo de jogar, a articulação entre os setores.
Então, acho que não é só porque fala demais sobre a Copa. Fala demais e focaliza de tal forma uma temática que não dá uma visão mais geral.
Outra coisa que também acho muito estranha, e que talvez apareça mais na televisão do que na imprensa escrita, é a mania de estatísticas e números. Uma verdadeira obsessão que às vezes disfarça um desconhecimento da história do futebol.
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 9:37 PM | |
Quarta-feira, Junho 14, 2006
:: ZÉ NASCIMENTO
| 12:36 AM | |
Terça-feira, Junho 06, 2006
:: HENRIQUE HOFFMEISTER
| 10:35 AM | |
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