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2007/2
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Quinta-feira, Maio 25, 2006


--------------------------- Mensagem Original ----------------------------
Assunto: POR FAVOR!
De: "Carlos Dutra" [dutra-582@acserv.com.br]
Data: Qua, Maio 24, 2006 9:05 am
Para: eatv-producao@ea.ufrgs.br
--------------------------------------------------------------------------
PREZADO(A) AMIGO(A).

SE JÁ RECEBEU ESTA MENSAGEM, IGNORE-A!.

Perdoe-me incomodá-lo(a), mas a causa é nobre!

Por favor, poderia indicar-me SITES gratuitos da INTERNET que tenham exercícios com INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS, em português?

Sou professor-voluntário de jovens carentes e estou com enorme dificuldade de achar, para eles, textos com interpretações, principalmente de múltipla escolha.

Aproveito o ensejo para antecipar-lhe meus sinceros agradecimentos.

MIL VEZES OBRIGADO!


JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Escritor.
Ex-funcionário do Banco do Brasil.
Ex-professor de Matemática.
Ipiaú, BA.
E-mails: dutra-582@acserv.com.br, minha-historia@acserv.com.br
Telefone: 0XX-73-8801-9014.


PRESENTE. Se puder fazer-me algumas indicações, enviar-lhe-ei, como retribuição, um arquivo "WORD", de minha autoria: MANUAL DE TÉCNICAS DE REDAÇÃO, com 257 DICAS, que será muito útil para qualquer familiar seu com idade a partir de 8 anos.

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 10:45 AM | |


Editorezza - a saga continua

Sem necessidade de mais explicações desnecessárias (redundâncias...), vamos aos fatos, ou melhor, às conversas tidas virtualmente com ela:

--------------------------------------------------------------------------------
>>>Fulana de Tal>>>
--------------------------------------------------------------------------------
Arroz eh mesmo um cereal como tu colocaste no texto de Dilermando de Aguiar?

--------------------------------------------------------------------------------
>>>Moises Sbardelotto>>>
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Sim, é um cereal.

--------------------------------------------------------------------------------
>>>Fulana de Tal>>>
--------------------------------------------------------------------------------
tu confirmaste com quem essa informação?

Respondi educadamente, como me é de praxe. Mas a vontade, assumo, foi bem outra.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 8:44 AM | |


Terça-feira, Maio 23, 2006

Exclusão digital ao som de mp3

São inconcebíveis quaisquer formas de exclusão. Todos somos filhos de Deus e merecemos um lugar ao sol. Merecemos, inclusive, o direito de ficar no lugar-comum e abusar dos clichês. Não podemos, porém, ser excluídos.

Muito menos digitalmente.

Pois eis que quase diariamente, quando não leio, ouço música nas minhas longas viagens de Trensurb. E a constatação óbvia - que assim não o era para mim até hoje - é que os tocadores de mp3 viraram febre, modinha nada fugaz que já se espalhou como um Diário Gaúcho musical. Entre os trabalhadores e operários que utilizam o trem, poquíssimos são os que não estão com fones de ouvido bem encaixados, ouvindo limpidamente suas músicas em mp3, desligados dos barulhos dos trilhos.

E eu lá, humildemente, com o meu discman Panasonic - que nem toca mp3 - movido a Rayovac.

Por isso, faço um apelo global pela não-exclusão digital. Isso oprime, degrada e entorpece os mais nobres corações. Porém, e nem todos somos de ferro, se é para me incluírem, quero ser bem incluído. Então, minhas economias digitais direcionam-se atualmente a comprar um tocador de mp3, não necessariamente da Apple, que responda às seguintes exigências. A princípio, o aparato deve ter:

- mais de 1Gb de memória
- diversas e inúmeras opções de equalização do som (o básico bass and treble ou mesmo aquelas opções pré-definidas)
- seqüência aleatória das músicas (shuffle ou random, como quiserem)
- bateria recarregável

E o detalhe: que custe menos de 100 reais. Agradecido.



Primeira vez que eu vejo uma errata que vai exigir uma nova errata... Coisa animal! (ahn? ahn? ahn?)

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 3:08 PM | |


Sexta-feira, Maio 19, 2006

Editorezza

Tenho uma editora, e ela me pede favores. Ontem pediu mais um:

Moisés

Preciso de uma gentileza tua.

Liga para a base aérea de Canoas, fala com a assessoria de imprensa e pergunta os seguintes dados:

Qual foi a data de instalação do avião na praça?
Ele realmente dá nome a ela? Tipo.. qual é o nome da praça
É um avião de verdade ou não?

Quando tu tiveres isso tudo, passa para a Carla, com cópia para mim.

Liga para o telefone 3472-**** / 3462-**** ou 3462-****. Diz que é para o caderno O Melhor do RS. Se possível fala com o Mombach ou o Baco... eles estão a par do caderno. Para o Baco eu até havia mandado o texto na íntegra para ele ver se os nomes de avião estavam todos certos, mas ele não me deu resposta. Mandei para o email scs.baco@*****.com.br ... já pergunta se ele recebeu e leu, please.

Detalhe: BACO é Base Aérea de Canoas.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 9:05 AM | |


Terça-feira, Maio 16, 2006

Guerrilha urbana

Botaram a mãe no meio. Agora vai dar mais merda ainda.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:08 AM | |


Quinta-feira, Maio 11, 2006

Estudante universitário?

Eis o seu carro, segundo a Forbes:





Unpdate!
Admirável Mundo Bizarro

Novamente no banheiro da ZH, fui escovar os dentes após o almoço (muito aconselhável a todos). Pelos ruídos, havia alguém num dos boxes dos vasos sanitários, além de um outro homem escovando os dentes junto à pia da qual me aproximei. Naturalmente, pego minha escova, passo a pasta, dou uma molhadinha, e começo a escovação. O rapaz que me acompanha no aconselhável ato higiênico já ia terminando e logo sai. Silêncio.

Do lado dos vasos sanitários, Ruy Carlos Ostermann, o Professor, sai com as calças na mão. Pensa que o banheiro está vazio. Sem se dar conta da situação... hm... incomum da qual ele faz parte, começa a pegar toalhinhas de papel que ficam ao lado das pias, talvez por falta do precioso objeto nos vasos. Quando ia dar meia volta e volver ao serviço, se dá conta que eu também estou ali. Ele me olha, eu o olho. "Alguém deve dizer alguma coisa?", penso eu. Um "Oi, tudo bem?" deixaria a situação menos constrangedora?

Nem consigo encontrar uma resposta porque é ele, com expressão de pavor, quem interrompe meus pensamentos: "Ai, meu Deus!", diz, com a mão nas calças, voltando rapidamente para o vaso.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:07 AM | |


Quarta-feira, Maio 10, 2006

Mais do mesmo

Em julho de 1209, na cidade francesa de Carcassonne, uma moça de 17 anos recebe do pai um misterioso livro, que ele diz conter o segredo do verdadeiro Graal. Embora Alaïs não consiga entender as estranhas palavras e símbolos escondidos naquelas páginas, sabe que seu destino é proteger o livro. Será preciso muita fé e grandes sacrifícios para garantir a segurança do segredo do labirinto - um segredo que remonta a milhares de anos e aos desertos do antigo Egito. Julho de 2005 - durante uma escavação arqueológica nas montanhas ao redor de Carcassonne, Alice Tanner descobre por acaso dois esqueletos. Dentro da tumba escondida onde repousavam os antigos ossos, experimenta uma sensação de malevolência impressionante e começa a perceber que, por mais que pareça impossível, de alguma forma ela é capaz de entender as misteriosas palavras ancestrais gravadas nas pedras. Mas já é tarde demais, Alice percebe que acaba de desencadear uma aterrorizante seqüência de acontecimentos que é incapaz de controlar, e que seu destino está ligado à sorte dos cátaros, oitocentos anos antes.

Destaque da newsletter da Livraria Cultura


Impressionante como a literatura se renova.



"Orkut" com voz

"O programa de telefonia via internet mais popular do mundo ganhou uma nova versão. E, mesmo em fase de teste, o Skype 2.5 trouxe novidades que prometem renovar o fôlego do programa. A principal delas é a possibilidade de fazer teleconferências com até cem pessoas simultaneamente.

"[...] Para que a proposta ousada não vire uma bagunça audiovirtual, as conversas coletivas são controladas por um moderador, que limita o direito de falar para apenas um usuário por vez, como em um debate político."

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 8:24 AM | |


Terça-feira, Maio 09, 2006

Meu outro eu que não sou eu

Hoje eu conheci o Jairo, meu amigo de muitos anos.

Explico.

Hoje, liguei para uma grande instituição aqui do Estado para confirmar alguns dados. Conversei com a dona Vanda. Conversa vai, conversa vem, minha missão estava se cumprindo. Até que a dona Vanda, sorrisinho na boca, me diz:

- Só um pouquinho que o Jairo quer falar contigo.

"Ok", pensei eu, enquanto ouvia o telefone roçando a mesa do outro lado. Ouço também risinhos e o barulho típico de quem pega o telefone de cima da mesa.

- Oh, Moisés! E aí, quanto tempo, né?

Em centésimos de milésimos de segundo, tentei revirar a caxola pra ver se eu, de fato, conhecia algum Jairo. Mas não, não conhecia. Prevejo assim alguma situação constrangedora surgindo. E, além disso...

- E o trabalho aí? Muita correria?
- Ahn... claro... quer dizer... sim...
- E o teu time, hein... bah...

"Bah, digo eu!", racicionei. Não sabia o que fazer. Não poderia ser ingrato com esse meu grande amigo dizendo um simples "Olha, acho que você me confundiu com outro Moisés". Isso, para a alegria dele, seria o mesmo que a morte. "Como assim me confundi?", perguntaria ele. "Eu nunca confundiria o Moisés!". Não, não. Não poderia deixá-lo assim mal. E o tempo corria, e a pergunta sobre o time (e qual seria o time?!) continuava esperando uma resposta.

Num ato de extrema coragem e e firmeza, lhe digo:

- Pois olha, nem me fala... Até porque...

Tu, tu, tu, tu... Melhor saída do universo! Ele com certeza entendeu o meu gesto, interpretando simplesmente que a ligação apenas caiu. Ele não viu o que eu realmente fiz. Ah, Jairo, talvez tu interpretes isso como grosseria. Mas convenhamos, o que os olhos não vêem, o coração não sente. E nossa amizade continuará igual. Só não sei como tu e o outro Moisés resolverão a pendenga.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 2:08 PM | |


Sábado, Maio 06, 2006

Fofoca jornalística

Lasier Martins sofre de hipertricose auricular. Vi com os meus próprios olhos ontem à tarde. Isso não muda absolutamente nada na vida de ninguém, mas revela dados obscuros (e nojentos) da Grande Mídia.

Por falar em nojento, serei eu o único a ter notado uma coisa instigante nas chamadinhas da Zero Hora na TV? Pois prestem atenção das próximas vezes. Tudo começa com um "Leia hoje em Zero Hora". Segue a lista de manchetes e, ao final, quando toca a vinheta - atenção! - diversos "pontos pretos" começam a se mover ao redor do logotipo de Zero Hora, em todos os sentidos. Na minha ingenuidade esquerdista-revoltadinha, imagino moscas voando ao redor de fezes.

Sei lá, minha imaginação é fértil.



Da série "Eu já pensei nisso"



Fato! Ao tentar encontrar o tal nome da doença sofrida pelo Lasiê, busquei no Google por <"pelos na orelha" doença homem>. Adivinhem o 5º resultado. É a dominação gessetiana em todos os âmbitos da vida humana.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 9:25 AM | |


Quarta-feira, Maio 03, 2006

Interneticando

Vejam só, o sonho de milhares de guris de 12 anos, como eu tive um dia, agora tornou-se realidade! Esta empresa garante ter inventado um filtro infra-vermelho para filmadoras e máquinas fotográficas que permite ver o que não pode ser visto. O aparato possibilita que os garotos de 12 anos vejam o que há por trás das roupas das suas coleguinhas, ou por trás de outros objetos, como revela este didático exemplo.


Passarinho, que som é esse?
- "É um verbo conjugado na terceira pessoa do plural, no passado do pretérito. Ah sim, e a mesóclise ficou péssima, além de estar gramaticalmente errada."


Mamãe, ó mamãe
Eu não sei o que eu vou dar para a minha mãe no dia dela. Mas, em compensação, já sei qual papel vou usar para embrulhar o presente.



UPDATE
Não sei se vocês já sentiram isto. Mas estava no banheiro agora há pouco, excessivamente distraído, pensando em coisas das quais não podemos falar. Várias coisas. De diversas formas. Por diversos ângulos. (Não pensem besteiras, crianças). No exato momento do clímax da minha abstração mental, ouço ruídos de papel vindos de um box dos sanitários. Ou seja: eu não estava sozinho no recinto. "Nossa", penso eu, "será que falei alto ou estava realmente pensando em tudo aquilo? Será que esse meu companheiro de necessidades fisiológicas ouviu tudo? Não pode ser... Acho que eu estava só pensando".

Já aconteceu isso com vocês? Coisa estranha... geralmente acontece comigo. E é nessas horas que eu acho que eu penso alto demais.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 9:47 AM | |