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Quinta-feira, Abril 27, 2006

Coincidência


Que o nome do novo site da RBS é ruim, todo mundo já sabe. O trocadilho com "kagah" é inevitável. Mas uma breve pesquisa no Google revela a verdade.

HAGAH significa "meditar ou murmurar sobre algo. Meditação, obediência, caminho de prosperidade, sabedoria" em hebraico. (Segundo esse site.

Uma boa explicação para o termo, em espanhol, pode ser encontrada nesse site aqui, no verbete "Meditar". HAGAH significaria "meditar; gemer; chorar, rugir; pronunciar; falar".

Agora reflitam comigo: o que isso significa?
a) Nada
b) Uma grande conspiração em níveis planetários.
c) Que o PRBS faz o que ele quiser
d) Que eu sou um desocupado e fico procurando m**** no Google.
e) Nenhuma das anteriores

:: PEDRO MORAES | 10:56 AM | |


Terça-feira, Abril 25, 2006

My tooth desbraces

Há menos de 2 anos, comentava com vocês que o dia 1º de junho de 2004 havia sido "um dia ferrado". Havia dito que me haviam ferrado. "Fui ferrado por uma mulher...", dizia eu. "Tudo começou na boca. E terminou na boca."

Comentava com vocês, em pleno exercício filosófico, que havia sido "ferrado pela aparência". "Quer dizer", dizia, "fui ferrado 'em busca de' uma melhor aparência".

E a aparência que se ferre. Até porque, menos dois anos depois, a partir da segunda-feira passada, livraram-me dos ferros que outrora me ferravam. A partir de agora, vocês me verão assim:

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 9:59 PM | |


Telma, eu não sou gay ou
Meu problemas são as plural e os gênero

Serviço de Atendimento ao Cliente escreveu:
Data
: Tue, 25 Apr 2006 09:09:05 -0300
De: "Serviço de Atendimento ao Cliente"
Para:
Assunto: Informações atividade física ***

Bom dia Moisés,

A Associação Tal possuí [sic] mais de 40 atividades fisicas, uma dela [sic] e [sic] a escolinha de basquete.
Nossas turma [sic] são separadas por faixa étarias [sic] e com relação a valores podes se [sic] tornar sócio da Associação Tal ou fazer a atividade (basquete feminino) como não sócia.

Em anexo estou lhe enviando folder de Sócios e não Sócios da Associação Tal.

Estamos a sua disposição para que venha nós [sic] conhecer.

Grata
Adriana da S**** M******
Sec. Social Associação Tal

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:17 AM | |


Sábado, Abril 22, 2006

Literaturabilia

Duas coisinhas sobre literatura que saíram na Folha de S.Paulo de hoje:

  • Adiada continuação de "Código Da Vinci"
    A continuação do best-seller "O Código Da Vinci", escrito por Dan Brown, não chegará às livrarias neste ano, como era planejado pela editora Random House. "Não sabemos quando será lançado. Esperávamos para outubro ou novembro, mas a previsão agora é para o ano que vem", disse um representante da empresa. O título e o argumento da obra são mantidos em segredo. "O Código Da Vinci" é um dos maiores sucessos da indústria editorial, tendo vendido mais de 40 milhões de cópias no mundo.
    Depois disso, com a ajuda financeira da população mundial, Brown planeja a compra de Samoa, Mônaco, San Marino e das Ilhas Seychelles.

  • Talese lança livro de memórias nos EUA
    "A Writer's Life" (a vida de um escritor), memórias do norte-americano Gay Talese, 74, chega às livrarias dos EUA na próxima semana. O livro levou 12 anos para ser escrito. Talese é um dos pais do "new jornalism", o jornalismo com ambições literárias. É dele o artigo "Frank Sinatra está resfriado", publicado na "Esquire" em 1965, em que descreve com minúcias o cantor sem tê-lo entrevistado. Nascido em Ocean City, estudou na Universidade do Alabama e foi repórter do "New York Times".
    De uma coisa, não há dúvidas: Talese tem memória.

    :: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:37 AM | |


    Quarta-feira, Abril 19, 2006

    Começou a pancadaria no galinheiro

    Franklin Martins desafia Mainardi

    Em resposta à coluna de Diogo Mainardi publicada na última edição da revista Veja, em 16/04, o comentarista político da Rede Globo Franklin Martins redigiu e enviou à semanal da Editora Abril e também ao Comunique-se a resposta que publicamos aqui.

    Em seu último texto, Mainardi apontou conexões entre parentes de profissionais da imprensa e o poder público para exemplificar o que chamou de frouxidão moral da sociedade brasileira. Além de Martins, Helena Chagas, de O Globo, Eliane Cantanhêde, da Folha de S. Paulo, e Luís Costa Pinto, da Idéias, Fatos e Texto Ltda, também foram atacados pelo colunista. As duas jornalistas preferiram não responder às alegações de Mainardi. Costa Pinto, por outro lado, enviou uma resposta ao Comunique-se, publicada nesta segunda-feira (17/04).

    Abaixo, segue o texto de Franklin Martins.

    Desafio a um difamador

    O sr. Diogo Mainardi, em artigo intitulado "Jornalistas são brasileiros", publicado na revista Veja de 16 de abril de 2006, acusou a mim e a outros profissionais de imprensa de sermos "moralmente frouxos" e de mantermos "relações promíscuas" com o poder político. No meu caso, saiu-se com a estapafúrdia história de que eu teria uma cota pessoal de nomeações no serviço público. Nessa cota, estariam meu irmão, Victor Martins, diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), e minha mulher, Ivanisa.

    Seguem-se alguns esclarecimentos. Devo-os não ao sr. Mainardi, mas a meus leitores, telespectadores e ouvintes, e também a meus colegas de profissão que, com razão, continuam a acreditar que o jornalismo só tem valor se for exercido com espírito público e ética:

    1. Não tive, em qualquer momento ou em qualquer instância, nada a ver com a nomeação de meu irmão, profissional conceituado na área de petróleo, para a diretoria da ANP. Jamais intercedi junto a quem quer que fosse no Poder Executivo para sua indicação. Jamais pedi a qualquer membro do Senado, a quem cabe constitucionalmente aprovar ou recusar as diretorias das agências reguladoras, que olhasse com simpatia seu nome. Não movi uma palha nesse episódio. Meu irmão tem a vida profissional dele e eu, a minha.

    O sr. Mainardi não é obrigado a acreditar no que digo. Mas, se não fosse um difamador travestido de jornalista, teria se esforçado para apoiar suas acusações em fatos que revelassem uma conduta inadequada da minha parte, e não apelado para trechos de discursos desse ou daquele parlamentar com referências à minha pessoa que não significam absolutamente nada. Sobre o que falam deputados e senadores nem eu nem o sr. Mainardi temos a menor responsabilidade. Qualquer pessoa medianamente informada sabe disso. Somos eu e ele responsáveis apenas pelos nossos atos.

    Por isso, lanço-lhe um desafio. Se qualquer um dos 81 senadores ou senadoras - um só, não é necessário mais do que um - vier a público e afirmar que o procurei pedindo apoio para o nome de meu irmão, me sentirei sem condições de seguir em meu trabalho como comentarista político. Pendurarei as chuteiras e irei fazer outra coisa na vida. Em contrapartida, se nenhum senador ou senadora confirmar a invencionice do sr. Mainardi, ele deverá admitir publicamente que foi leviano e, a partir daí, poupar os leitores da "Veja" da coluna que assina na revista.

    Tudo ou nada, bola ou búrica. O sr. Mainardi topa o desafio ?

    Se topa, proponho que escolha uma pessoa de sua confiança, enquanto eu pedirei à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) que designe um profissional acima de qualquer suspeita, para que ambos conversem imediatamente com todos os senadores e senadoras e ponham essa história em pratos limpos.

    Se não topa o desafio, o sr. Mainardi estará apenas confessando que não tem compromisso com a verdade e deixando claro que não passa de um difamador.

    Sei os riscos que estou correndo. Entre os 81 senadores, há vários que, em um ou outro momento, já foram frontalmente criticados por mim. Outros devem ter discordado inúmeras vezes de minhas opiniões e avaliações. É provável que haja, inclusive, quem, em algum episódio, tenha se sentido injustiçado por alguma palavra minha. Mesmo assim duvido que apareça um só senador, governista ou oposicionista, do Norte ou do Sul, veterano ou novato, que confirme a afirmação insultuosa do sr. Mainardi de que fiz tráfico de influência para nomear um irmão para a ANP. Duvido que apareça por uma razão muito simples: isso simplesmente nunca ocorreu.

    2. Quanto à minha mulher, é funcionária pública há mais de 20 anos. E servidores públicos, sr. Mainardi, por incrível que lhe pareça, trabalham no serviço público. Não sei qual a razão de sua surpresa com o fato. Devo esclarecer que, embora seja profissional extremamente competente, com mestrado em planejamento social na London School of Economics, já tendo dirigido agências e programas nacionais na área, no momento minha mulher não exerce cargo comissionado e sequer tem função gratificada. Por que? Não sei. Coisas do serviço público ...

    Dados os esclarecimentos, sigo adiante.

    Nem sempre concordo com o que escrevem Eliane Cantanhede, da "Folha de S. Paulo", e Helena Chagas, de "O Globo", também difamadas pelo sr. Mainardi no artigo mencionado. Mas isso não me impede de dizer que são duas tremendas profissionais, das melhores jornalistas deste país. Na nossa profissão, como em todas outras, há gente séria e gente que não presta, pessoas íntegras e pessoas sem caráter. Eliane e Helena estão na primeira categoria e me honra ter sido colocado na companhia delas. Para mim, desabonador seria o contrário.

    Os ataques que sofremos Eliane, Helena e eu talvez sejam os mais graves, mas não são os primeiros que o sr. Mainardi lançou recentemente contra jornalistas. Nos últimos meses, semana sim, semana não, pelo menos duas dúzias deles, foram vítimas de investidas absolutamente desrespeitosas, carregadas de insinuações capciosas contra suas atividades e carreiras. Mas como ninguém deu pelota para os arreganhos do rapaz - nem os jornalistas, que simplesmente não o levam a sério, nem os leitores da "Veja", que já se cansaram de ver um anão de jardim querendo passar-se por um gigante da crônica política -, o sr. Mainardi decidiu aumentar o calibre de seus ataques. E partiu para a difamação pura e simples.

    Vivemos numa democracia, felizmente. Todos têm o direito a defender suas idéias, mesmo os doidivanas, e a tornar públicas suas posições, mesmo as equivocadas. Em compensação, todos estão obrigados a aceitar que elas sejam criticadas livremente. O sr. Mainardi, por exemplo, tem a prerrogativa de dizer as bobagens que lhe dão na telha, mas não pode ficar chateado se aparecer alguém em seguida dizendo que ele não passa de um bobo. Pode pedir a deposição do presidente Lula, mas não pode ficar amuado se alguém, por isso, chamá-lo de golpista. Pode dizer que o povo brasileiro é moralmente frouxo, mas não pode se magoar depois se alguém classificá-lo apenas como um tolo enfatuado. Ou seja, o sr. Mainardi pode falar o que quiser, mas não pode querer impedir que os outros falem.

    Mais ainda: o sr. Mainardi é responsável pelo que fala e escreve. Enquanto permaneceu no terreno das bobagens e das opiniões disparatadas, tudo bem. Faz parte da democracia conviver com uma cota social de tolices e, além disso, presta atenção no bobo da corte quem quer. Mas quando o bufão passa a atacar a honra alheia, substituindo as bobagens pela calúnia e as opiniões disparatadas pela difamação, seria um erro deixá-lo prosseguir na sua torpe empreitada.

    No Estado de Direito, existe um caminho para os que consideram que tiveram a honra atacada por um detrator: recorrer à Justiça. É o que farei nos próximos dias. No processo criminal, o sr. Mainardi terá todas as oportunidades de provar que usei minha condição de jornalista para traficar influência. Como é mais fácil um burro voar do que ele dar substância às suas invencionices a meu respeito, estou confiante de que se fará justiça e o difamador será condenado pelo seu crime.

    Desde já, adianto que, se a Justiça fixar indenizações por danos morais, o dinheiro será doado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e à Associação Brasileira de Imprensa. Não quero um centavo dessa causa. Não dou tanta importância a dinheiro como o sr. Mainardi, que já definiu seu próprio perfil: "Hoje em dia, só dou opinião sobre algo mediante pagamento antecipado. Quando me mandam um e-mail, não respondo, porque me recuso a escrever de graça. Quando minha mulher pede uma opinião sobre uma roupa, fico quieto, à espera de uma moedinha".

    Prefiro ficar com Cláudio Abramo: "O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter". Mas, para tanto, o sr. Mainardi está incapacitado. Não porque lhe seja escassa a inteligência; simplesmente falta-lhe caráter. A história da moedinha diz tudo.

    Da minha parte, seguirei fazendo o único jornalismo que sei fazer, o que busca dar informações ao leitor, ao telespectador, ao ouvinte, com inteligência e respeito, para que ele forme sua própria opinião sobre os fatos. Não quero fazer a cabeça de ninguém. Não creio que essa seja a missão da imprensa, ainda que alguns jornalistas e alguns órgãos de comunicação, de vez em quando, queiram ir além das suas chinelas. Existimos para informar à sociedade, e não para puxá-la pelo nariz para onde quer que seja.

    E desse jornalismo não vou me afastar, apesar das mentiras, da gritaria e das difamações do colunista da "Veja".

    O macartismo não me intimida. O sr. Mainardi, muito menos.

    :: MOISÉS SBARDELOTTO | 8:28 AM | |


    Terça-feira, Abril 18, 2006

    Efeito borboleta

    Semana passada comprei um frango congelado com a embalagem escrita em russo.
    Esta semana comecei a receber uns spam tipo "russian chicks sucking cocks".

    :: HENRIQUE HOFFMEISTER | 9:30 PM | |


    Tamanhos



    Afinal de contas, teus olhos até preferem um COMPRIDO E FINO, mas tuas mãos gostam mesmo é de um curto e grosso. Tu duvidas? Clica aqui.

    :: PEDRO MORAES | 10:44 AM | |


    Terça-feira, Abril 11, 2006

    Wh... what are they?

    :: MOISÉS SBARDELOTTO | 9:17 PM | |


    Na minha opinião, o único evento esportivo importante do fim-de-semana foi esse. Meu time ganhou quase todas...

    Punhobol sogipano mostra o seu poderio

    A Sogipa foi a campeã da 16ª Copa Porto Alegre Internacional de Punhobol, realizada no final de semana. Participaram do evento mais de 450 atles de 60 equipes brasileiras, da Áustria e da Argentina.

    O time feminino adulto da Sogipa confirmou o favoritismo e venceu a final contra o time do Duque de Caxias, do Paraná. No adulto masculino, a equipe sogipana ficou com o vice-campeonato ao perder a final para o Asko Lins, da Áustria. Nas demais categorias, a Sogipa sagrou-se campeão (sic) mirim masculino, vice-campeão mirim, infantil e juvenil feminino, além de ter conquistado o terceiro lugar no juvenil masculino.

    A Copa Porto Alegre de Punhobol recebeu o apoio da Fundação do Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs).

    Fonte: Correio do Povo, 11 de abril de 2006.

    :: PEDRO MORAES | 8:36 AM | |


    Segunda-feira, Abril 10, 2006

    ressuscitando textos antigos

    Plistênio sempre foi Plistênio desde que nasceu. Algumas versões, no entanto, contam que ele já era Plistênio antes mesmo de vir à luz.

    Aos sete anos, perguntou-se o porquê de ser um plistênio, e não encontrou resposta. Apelou para o seu pai, que sempre sabia tudo. Papai era muito esperto!

    - Nem sei, isso foi coisa da tua mãe! - respondeu o pai, causando uma das primeiras frustrações no pequeno.

    - Nem sei, isso foi coisa do teu pai! - respondeu a mãe, sem maiores satisfações.

    E assim Plistênio foi crescendo, sempre recusando a alcunha que lhe fora destinada.

    Em casa, era o Teninho. Na rua e no colégio, todos conheciam o Pipo. No inglês, tornou-se o Plite (leia-se Pláit). Na natação, era o Teta.

    Aos dezesseis, no entanto, ouviu pela primeira vez um 'Achei o teu nome lindo!', murmurado pelos róseos lábios da doce e linda Vivi.

    'Vivi' para ele, porque para os outros ela era Fondívia, exatamente do jeito que constava na sua certidão de nascimento.

    Não foi surpresa pra ninguém quando Plistênio e Fondívia decidiram se casar.

    Também não é surpresa que eles vivam juntos até hoje, aliás, cada vez mais apaixonados ¿ especialmente depois do nascimento dos trigêmeos, batizados de Luís, João e Ana (pra não ter erro).

    ::

    :: PEDRO MORAES | 10:31 AM | |


    Domingo, Abril 09, 2006

    Isto, sim, merece um post.

    :: MOISÉS SBARDELOTTO | 2:16 PM | |


    Sábado, Abril 08, 2006

    Pronominação possessiva

    No trem, admirei hoje um dos piores slogans da face da terra. Entendo que a solução criativa para o slogan é válida, mas por que simplesmente não trocar de slogan? Enfim, sem mais rodeios, vamos ao bendito - e fatal - slogan:

    MarcaMax - Mata as baratas e os ovos delas.

    O pior é que a "Marca" é uma bastante famosa e, para mim, foi uma desilusão. Compreendo que o inseticida é dirigido a uma gama complexa de consumidores, sem uma definição exata nem de idade nem de classe social. Obviamente, ele deve ter sido dirigido a um grupo objetivo, mas a opção de slogan escolhida, no meu entender, foi péssima.

    Compreendo que quaisquer outras possíveis soluções dentro desse mesmo contexto, causariam problemas:

    - Mata as baratas e os seus ovos
    Problemas com o público consumidor masculino

    - Mata os ovos e as baratas
    Problemas com o público consumidor de ovos em geral

    - Mata as baratas e a sua prole
    Problemas com o público consumidor chefe-de-família

    - Mata os ovos das baratas e elas
    Problemas com o público consumidor feminino

    - Mata as baratas que perderão seus ovos
    Problemas com o público consumidor que quer a morte também das baratas que não põem ovos

    - Mata os ovos com baratas
    Problemas com o público consumidor dono-de-aviários

    - Mata as baratas e sua descendência até a terceira geração
    Problemas com o público consumidor evangélico

    - Mata os ovos das e também as baratas
    Problemas com o público consumidor que não entende intercalações

    - Mata os ovos postos pelas baratas que também morrerão
    Problemas com o público consumidor que quer a morte dos ovos das baratas que não morrerão, mas isso já nos levaria ao caos conceitual sobre inseticidas

    - Mata tudo o que for relacionado a baratas
    Problemas com o público consumidor em geral, que gosta de coisas baratas, assim como com o público consumidor que gosta de baratas, mas acredito que o produto não estaria direcionado a este último

    Enfim, acredito que, realmente, a solução encontrada foi a melhor dentro dessa bendita idéia de slogan. Acho que teria sido mais fácil simplesmente ter uma outra idéia de slogan, mais barata, e sem ficar enchendo os ovos de todo mundo.

    :: MOISÉS SBARDELOTTO | 2:18 PM | |


    Sexta-feira, Abril 07, 2006

    - O que uma pessoa tão elegante como você está fazendo no meio de um pessoal tão bruto?
    - Nós somos todos colonos. Mas se você entende isso como brutalidade, tudo bem.
    - Ora, deixe de bobagens. Vamos embora para o Rio.
    - Impossível. Amanhã mesmo devemos voltar para a colônia, para a colheita dos rabanetes.
    - Ficarei esperando por você na delegacia.
    - Você não se importa mesmo se eu for para a colônia?
    - Não podemos abandonar os rabanetes.
    - Do que nós estávamos falando mesmo?
    - Me esqueci.
    - Então vamos sair do shopping.
    - Eu pago o estacionamento.

    :: JOSUÉ BOCHI | 4:29 PM | |


    Quinta-feira, Abril 06, 2006

    Teoria do caos

    Ontem, o editor-chefe da Zero Hora, Marcelo Rech, disse "abrida" durante uma palestra para os jornalistas da casa, querendo dizer que determinada coisa estava aberta.

    Nem quero imaginar que efeitos isso deve ter provocado em algum país longínquo da Ásia.

    :: MOISÉS SBARDELOTTO | 12:54 PM | |


    Terça-feira, Abril 04, 2006

    essa também vai pro emas no poônibus

    Ode ao transporte urbano

    (a utilização da métrica livre deriva não de um determinado estilo poético, mas de uma total falta de estilo)

    Ah, meu querido transporte urbano
    A fumaça sai pelo cano
    E os passageiros entram pelo cano
    Ah, meu querido transporte urbano
    Eu te admiro noite e dia
    Mas o horário de pico é uma alegria
    Ah, meu querido transporte urbano
    O quanto eu te adoro eu nem sei
    Por 2 reais tu esquenta mais que uma sauna gay
    Ah, meu querido transporte urbano
    Chamam-no de subhumano
    Mas cada transporte leva 100 humanos
    Cabeças, troncos, membros, de tudo se vê
    Peças mal encaixadas dum quebra-cabeça em 3D
    Terra + Fogo + Vento + Água + Coração = Capitão Planeta
    (Vai, Planeta!)
    Sim, tu és superhumano
    Ah, meu querido transporte urbano
    Eu te amo

    :: JOSUÉ BOCHI | 10:17 AM | |


    Sábado, Abril 01, 2006

    Mané

    Eu não tinha perdido minha conta, só tava digitando a senha errada. :/ Péssimo, eu sei.
    Mas pelo menos não fui só eu que pirei o cabeção.

    :: PEDRO MORAES | 1:48 AM | |