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Ih, bem depois de 2010... Ainda tenho muito o que curtir na Fabico...

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Quinta-feira, Março 30, 2006

Curso básico de jornalismo contemporâneo da revista IstoÉ

A estética vale mais do que a essência. A forma se impõe ao conteúdo. O texto curto confina os detalhes. A foto, espelhada e escancarada, come os espaços de uma informação cada vez mais estrangulada. Tudo induz uma leitura ligeira, quase leviana, para não afrontar o relógio e a agenda do nosso leitor tão apressado. E, em vez de procurar saciar a fome de informação e conteúdo, a revista sucumbe e se submete à magra dieta jornalística que ela diz ser exigência do leitor moderno. Alguém está enganando alguém neste jogo.

Uma bela carta embasada, assinada e direcionada. E sobram exemplos de mentiras, acréscimos inventados, fotos montadas, plágios descarados e o novo (?) conceito de jornalismo inaugurado a partir da ascensão do novo diretor-editorial da revista IstoÉ em fevereiro deste ano.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 9:08 PM | |


Terça-feira, Março 28, 2006

Intermerdas

- Gilberto Gil explicando que "a música é o... o... o... a música é a... a... a...", e por aí vai.

- Soluções constrangedoras para problemas idem.

- Fight Kikkoman!, indicado ao próximo Grammy e Oscar de animação.

- Faça-me rir, em versão infantil.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:09 PM | |


Sexta-feira, Março 24, 2006

Manual prático para criar o nome de uma banda

Hoje, andando pelo centro indo rumo ao Partido RBS, do qual estou filiado durante estes dois próximos meses, vi um cartaz com o nome de uma banda de pagode muito peculiar. Daí, raciocinando cartesianamente, tive um insight e resolvi compartilhá-lo com o mundo, visto minha fraterna concepção filosófica a respeito da humanidade e seu devir.

Bandas de pagode:
Utilize expressões clichês ou mesmo interjeições que ajudem a tornar o seu nome agradável à comunidade. Não se preocupe com erros gramaticais: eles são bem-vindos. Abuse da letra K, quando em sílabas que tenham o som de "ca"; assim como apóstrofos e elipses de letras e/ou sílabas. Exemplos:
-- D'jeito novo
-- Kra metade
-- Se ativa!

Bandas de rock:
Independentemente do estilo e forma de tocar, não invente moda e não queira fugir da clássica fórmula mágica: artigo definido no plural + substantivo/adjetivo representativos da banda. Exceções são permitidas para os metaleiros: expressões relacionadas à morte ou a inferno são permitidas, contanto que mantenham a agressividade natural. Exemplos:
-- Os Anormais
-- As Elétricas
-- Inferno da morte

Bandas indie/emo/hardcore:
O fundamental é demonstrar-se fora de qualquer moda, com um nome que identifique seu modo underground de ser. Frases longas são bem-vindas, especialmente quando não fizerem sentido algum. Exemplos:
-- Garotos que comeriam a sua irmã
-- Vida longa ao velho Joey
-- Aqui no bairro a coisa muda

Cantores solo:
Por divulgarem uma única pessoa, o nome artístico deve ser chamativo e subliminar (não necessariamente sublime). Mesmo sem a necessidade de consultar gurus da numerologia e cabala, utilize letras estrangeiras no seu nome e duplique vogais ou consoantes oportunas. Use diminutivos com moderação. Exemplos:
-- nome original: Antônio da Silva - artístico: Anthônio da Sylvah
-- nome original: Edicleison Fernandes - artístico: Edycleisohn Fernanndez
-- nome original: Carlos Pereira - artístico: Carlinhos Phereira

Em tempo oportuno, a continuação com dicas para bandas sertanejas, conjuntos infantis e corais gospel.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 9:40 AM | |


Terça-feira, Março 21, 2006

Estupidamente fácil, como deve ser a vida de Chuck Norris.

:: JOSUÉ BOCHI | 2:42 AM | |


Segunda-feira, Março 20, 2006

Política virtual

Moisés diz:
e tu viu aquela do Garotinho afinal?
zeh - só 12 mil euros. quem tem pra me dar? emprestar, talvez? diz:
qual
Moisés diz:
perguntaram agora de meio-dia pra ele se ele não se preocupava com o resultado das pesquisas
Moisés diz:
diz ele: "mas ainda faltam 9 meses para as eleições, e em 9 meses dá até pra surgir um garotinho"
Moisés diz:
ahn? ahn? ahn?
zeh - só 12 mil euros. quem tem pra me dar? emprestar, talvez? diz:
ai
zeh - só 12 mil euros. quem tem pra me dar? emprestar, talvez? diz:
ou uma menininha...

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 5:24 PM | |


Efeito borboleta

Ontem comprei um frango congelado com a embalagem escrita em árabe.
Hoje vi um cara levando uma velha num carrinho de mão.

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 9:58 AM | |


Domingo, Março 19, 2006

Coisas bacanas para se dizer na próxima ida ao McDonald's

- Me vê aí um número 10.
- Senhor, as nossas promoções vão só até o número 8. Nós não trabalhamos com o número 10.
- Ah, então me vê dois número 5 mesmo.

***

- Me vê aí um Mac Fish, um Big Mac e um Mad Max.

***

- Me vê aí um sanduíche com carne de rato.
- Senhor, nós não trabalhamos com carne de rato. A carne dos nossos sanduíches é 100% bovina.
- Carne 100% bovina?? Eca!

***

- Me vê aí um lanche, infeliz!
- O senhor quer um McLanche Feliz?
- Não, infeliz!
- Senhor, nós não trabalhamos com lanche infeliz. Todos os nossos lanches são 100% felizes.

***

- Me vê aí o último filme do Chuck Norris.
- Senhor, isso não é uma videolocadora. Isso é o McDonald's.
- McDonald's? Que nome idiota! Donald não é o nome daquele pato??

:: JOSUÉ BOCHI | 3:47 AM | |


Sexta-feira, Março 17, 2006

se você pode ler isto, é porque CHUCK NORRIS poupou sua vida
Chuck Norris não dorme. Ele espera.

Chuck Norris contou até o infinito. Duas vezes.

Chuck Norris não abre a torneira para tomar banho. Ele encara o chuveiro até que ele comece a chorar.

e por aí vai...

UPDATE: Funk do Jeremias muito loco - ei, ei, ei, eu tava é nu infernu/ u cão foi quem botô pra nóis bebê

:: ZÉ NASCIMENTO | 4:02 PM | |


Terça-feira, Março 14, 2006

A maior loucura que já fiz em família foi numa ocasião em que estávamos fazendo uma viagem para o litoral norte. De repente, o carro ficou atolado no acostamento, e tivemos que passar a tarde num posto de gasolina! Meu, O lugar ficava no meio do nada, e uma hora quase que atropelaram o Bóris, meu cachorro. Sorte que a minha mãe tinha trazido um bolo de cenoura, e todos nos divertimos bastante, até o Bóris. Hehehehe!!!

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 5:53 PM | |


Se a minha segurança estivesse em risco, eu me trancaria no quarto e leria dezenas de livros de auto-ajuda, que ajudariam a me tornar uma pessoa menos insegura. E também porque ficar lendo no quarto é mais seguro que ficar no meio da rua, à mercê dos bandidos!! E isso não é preciso ler nenhum livro de auto-ajuda pra saber! Hahaha!

:: JOSUÉ BOCHI | 5:49 PM | |


A maior loucura que já fiz em família aconteceu no ano passado. Eu, a minha mãe, o meu pai, a tia Neneca, o Pituca, o Bolinha, o dindo Careca, a tia Dorinha, o Firmino e até o vô Venceslau fomos na Oktoberfest, em Blumenau, e curtimos a festa até o último gole. Hahaha! E quem mais bebeu foi (adivinhem?) o vô Venceslau!!!

:: JOSUÉ BOCHI | 5:49 PM | |


Num plano de grande porte
não pode faltar é sorte
pois mesmo um sujeito forte
desses que pratica esporte
se lhe faltar o suporte
vai carimbar passaporte
para o encontro da morte

ou então sofrer um corte
ou perder o seu transporte
ou ficar sem o seu norte

não que com isso eu me importe

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 5:48 PM | |


Segunda-feira, Março 13, 2006

Dúvidas freqüentes sobre o sistema RGB

- Se a luz verde é pra seguir, e a vermelha é pra parar, pra que serve a luz azul?
- Se o azul simboliza este céu de puríssimo azul, e o verde representa a verdura sem par destas matas, o que significa o vermelho da bandeira?
- Se o sangue arterial é vermelho, e o sangue venoso é azul, como se chama o sangue verde?

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 11:59 PM | |


Sexta-feira, Março 10, 2006

G7 Futebol Clube

Futebol-arte pra iraquiano nenhum botar defeito


Apesar de falcatruas e chorões, o mais puro futebol-arte da constelação segue intacto. Amanhã, Planet Ball, 13h (horário medonho, escolhido por razões não menos medonhas).



:: Sextante 2005/02

Fazendo uma prévia do tema central da Sextante, que os reles mortais poderão tomar conhecimento a partir da semana que vem, na Fabico mais próxima, sugiro que tomem contato com este evento: o Free Porn Weekend, da Clermont Fellowship Church. Não pensem besteira. É apenas uma tentativa de abordar o tema por um viés cristão e tentar sanar "aqueles que lutam com isso".

Na programação, consta a presença do fundador da XXXChurch, de um pastor "liberto da pornografia" (?) e de uma ex-atriz pornô - agora transformada - que terá "uma mensagem que irá sacudir e acordar o mundo do seu estado-zumbi de ser seduzido pela mentira da pornografia". Leiam bem: uma mensagem.

Na busca incessante pela informação, descobri que a luta da XXXChurch pelo desmascaramento da mentira da pornografia é tão intensa que eles até fizeram uma edição especial do podcast com o Ron Jeremy (!).

Quando fizerem com a Jenna Jameson, pagarei o meu dízimo em dia.



:: Só mais isso e calo a boca

Ótimo presente para amigos com pretensões suicidas, namoradas nervosas ou chefes compreensivos.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:36 PM | |


Cooling *

Num artigo para o Clarín, Luis María Hermida divaga a respeito dos slogans publicitários, tendo como pano de fundo as relações entre Coca-Cola e Pepsi.

Em 2006, pelo menos na Argentina, o novo slogan da empresa é "Bienvenido al lado Coca-Cola de la vida", segundo ele, uma "tentativa de recuperação da marca". Essa tentativa foi idealizada pela empresa Wieden+Kennedy, a mesma do "Just Do It", daquela empresinha de pisantes.

Analisando as questões de faturamento, Hermida não avança a constatação óbvia de que a proporção Coca-Cola x Pepsico continua no 2x1. Porém, em números concretos, o valor de mercado da empresa de Atlanta é estimado hoje em US$ 101.200,00. Mas a Pepsico avança para os US$ 99.100,00, sabendo-se que, há 10 anos, valia a metade da Coca-Cola. Obviamente, incluindo-se aí o faturamento geral, de ambas as empresas: tanto no ramo alimentício, como no de bebidas alcoólicas.

Interessante notar também as "novas inovações" das duas empresas. Depois do desastre Cherry Coke, parece que a Coca-Cola teima em inventar novidades (valendo a redundância). Depois da concorrente PepsiMax Capuccino (sabor duvidável?), a Coca-Cola resolveu investir, desde janeiro, na Coca-Cola Black (uma mistura de Coca e café - sabor duvidável?). Para a Coca-Cola, o sabor não é nada duvidável, visto o investimento em publicidade para a tal Black: para apenas 3min45s como principal anunciante da entrega do Oscar, a empresa desembolsou US$ 13 milhões.

Mas toda essa conversação de Hermida termina com algo muito mais interessante, assim como este post. São "recomendações imperdíveis" transcritas por Alberto Borrini, no livro "Publicidad: a fantasí exacta", de "um velho e irônico diretor criativo da Ogilvy" sobre como criar slogans institucionais. Ei-las:

1 - Repita as palavras-chave ("Uma companhia forte em um país forte")

2 - Enfatize o óbvio, nunca subestime o valor de algo evidente ("Colocamos nosso negócio sobre o papel", de um fabricante de impressoras; "Você pode comprar melhor", Ponto Frio)

3 - Não diga nada ("Business to business, Person to Person", de uma empresa de computação; ou o clássico "Tramontina é Tramontina"; "Amo muito tudo isso", McDonald's; "Life's good", LG; "Invent", HP)

4 - Exagere ("Onde os milagres nunca terminam", Casio; "O desafio é a nossa energia", Petrobrás; "Dedicação total a você", Casas Bahia)

5 - Faça-se metafísico, o objetivo é criar um epitáfio impregnado de filosofia zen ("Porque hoje não é ontem", Banker Trust; "Viver sem fronteiras", Tim)


* Tradução livre do tema do post via-Google

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 9:55 AM | |


Quinta-feira, Março 09, 2006

Envelhecer é...

Ando mais pensativo ultimamente, talvez pelo fato de estar beirando o horizonte aberto de um mundo pós-formatura, embebido num mar de nostalgia fabicana de último semestre. E, então, como um verdadeiro Gabriel, resolvi dar uma de pensador. Alguns fragmentos poucos de pensamentos vãos de experiências incertas vividas em dias nebulosos durante as últimas semanas (alguns deles já foram compartilhados pelos MSNs da vida com alguns de vocês, então perdoem-me a redundância):

- Envelhecer é perder valores.

- Envelhecer é sentir-se apto a dar conselhos "de quem já passou por isso" aos mais inexperientes.

- Envelhecer é, ao conversar com seu colega de trabalho, recém-saído do 2º grau, a respeito de lan-houses e jogos para computador, não entender nem a metade dos termos específicos usados pelo indivíduo.




:: Ronald McJackson?

Alguém viu a última propaganda do McLanche Feliz? Simplesmente apresenta uma enooorme limusine estacionando. Do seu interior, surge o sapato característico do palhacinho dos hambúrgueres. Ele sai, seguido por inúúúmeras criancinhas indefesas, carregando nas mãos seus brinquedos felizes. Recompensa por algum serviço feito durante a viagem? Você decide.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 2:49 PM | |


Terça-feira, Março 07, 2006

New Jornalism porto-alegrense

No Correio do Povo de hoje, temos o melhor lead já escrito por estas terras. Um lead claro, que vai direto ao ponto, trazendo "cor, cheiro e sabor" (UNGARETTI, 2005) às notícias atuais. A notícia fala a respeito das últimas atitudes de racismo do zagueiro juventudense Antônio Carlos.

O semblante de abatimento e tristeza de Jeovânio ao conceder entrevista coletiva no final da tarde de ontem no estádio Olímpico só encontrava parâmetro no rosto de Jesus Cristo que estampava a camiseta que o jogador vestia.

É de chorar.

Logo mais abaixo, encontramos a nova explicação do zagueiro a respeito do que o juiz apontou na súmula: "O atleta expulso, ao deixar o gramado, faz um gesto com o dedo sobre o braço esquerdo, depois no braço direito e apontou em direção ao atleta de número cinco do Grêmio". Agora, parece que a atitude demonstrava "que aquela pele tinha vestido camisas muito importantes".

Então, fica a dúvida: o que o jogador realmente queria ter dito com aquele gesto?

a) Nestas veias, corre o puro futebol arte.
b) Estou apenas escorrendo o suor.
c) Meu sangue é azul.
d) Estou nervoso à flor da pele.
e) Dermatite coça.
f) Eu usei o novo Dove Verão, e minha pele ficou lisinha, lisinha.
g) Não sou racista, muito "pêlo" contrário.



Olha só, The Real Life Simpsons Intro!

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:40 AM | |


Sexta-feira, Março 03, 2006

G7 Futebol Clube

Pimba na gorduchinha


Amanhã de manhã tem de novo. Planet Ball, 11h. Gramado sintético, chuteiras sem garras e a mais pura pelada de várzea com goleirinha de havaianas. E viva o verão!

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 1:47 PM | |


Quinta-feira, Março 02, 2006

X-tudo ou Mundo de Beakman?

Durante as férias, após leituras estritamente de nível pessoal, comecei uma leitura apenas por diversão, muitas vezes apenas em momentos fisiológicos - se é que me entendem.

Aqui cabe um parênteses: logo que, ali pelos 12 anos, comecei a ter minhas primeiras incursões ao wonderful mundo do inglês, ficava imaginando e me divertindo com a possibilidade de o título da minha principal leitura no dito idioma - a saber, a revista Reader's Digest - poder vir a significar, no meu mundo fantástico, Leituras Digestivas - aposto completamente desprezível: isto é, que facilitam a digestão. Ou seja, justamente as leituras flutuantes realizadas em momentos fisiológicos - e sem duplos sentidos. Feche-se os parênteses.

A tal leitura é de uma questionável releitura de Carlo Fabretti da obra clássica de Lewis Carroll, porém num suposto País dos Números. O tal livro é para infantes, mas mesmo assim há explicações e definições que mesmo os mais capacitados necessitariam de uma releitura da mesma sentença para compreendê-la.

E aí, surge meu questionamento a respeito dos meus últimos quatro anos de estudo: até que ponto houve aprendizado e até que ponto novos limites foram colocados no caminho do aprendizado?

Isso se manifestou com absoluta expressão trágica ao não me lembrar como se fatorava um número.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 3:51 PM | |


Quarta-feira, Março 01, 2006

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 2:55 PM | |