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Sábado, Dezembro 31, 2005

Processos de vida


Trago para análise e reflexão a letra de uma canção que fala sobre um futuro de dez anos atrás, escrita há trinta anos atrás. Quem dá Mais, composta por Beto Surian, foi imortalizada na voz de Antônio Marcos, cantor da segunda divisão da Jovem Guarda e pai da não menos Paloma Duarte. A música foi tema principal da novela O Profeta, da Rede Globo.

Eu quero me ver em 1996
Pois eu quero saber como vão ser as coisas por lá
Eu preciso me ver em 1996
E dizer sim ou não aos processos de vida de lá

Outro dia eu sonhei que estava numa arena gigante
Era eu o mais raro objeto vendido em leilão
Gargalhadas soavam por toda essa arena mercante
E eu era um palhaço sem graça vendido em leilão

E eu olhava tudo calado
E eu levava fé nessa mão
E eu ouvia os preços gritados
E eu calava o meu coração


O Refrão:

Quem dá mais
Por um cara que ousou acreditar nos seus
Quem dá mais
Por um homem que insiste na palavra "Deus"
Quem dá mais
Por um louco que discorda do computador
Quem dá mais
Por um velho ultrapassado que ainda crê no amor


E agora, o fecho de ouro:

Fui vendido afinal como tudo no grande mercado
Mas meu medo acabou quando alguém me tocando falou
'Este povo um dia já foi por meu pai perdoado
E eu também fui vendido, pregado, e nada mudou.'



Antônio Marcos morreu em 1992.

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 3:42 PM | |


Sexta-feira, Dezembro 30, 2005

Jornalismo também é dialética. Numa mesma notícia, os três primeiros parágrafos me elevaram aos altos céus da felicidade. No entanto, a partir daí... qualquer uma das palavras seguintes me jogaram aos precipícios da náusea escrota.

E uma coisa nada a ver: hey dude, o que significaria esta paroxítona popozáo? É só dar o play e descobrir.



Similaridades infernais ou Isto rende uma excomunhão?

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:46 PM | |


Quinta-feira, Dezembro 29, 2005

Bem de cantinho: http://www.fotolog.com/moraespedro

:: PEDRO MORAES | 9:46 PM | |


Solteir@s*, eis o presente ideal para vcs

Diretamente da Áustria.

* Este blog é filiado ao Free-Gender Internacional Language Committee, para a imensa felicidade da nossa mui-estimada professora Martha Narvaz.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:55 AM | |


Terça-feira, Dezembro 27, 2005

glória, glória aleluia (ou em homenagem ao pedro que vai viajar pra terra do papa)
uma cortesia de churchsigngenerator.

:: ZÉ NASCIMENTO | 4:52 PM | |


Domingo, Dezembro 25, 2005

Feliz Natal!

Atrasado e com musiquinha.

E também na versão "musiquinha à granel".

Porém, antes, quem sabe verificar o seu nível de santidade? Uma espécie de confissão virtual, em que Dante e seu inferninho lhe ajudam a refletir sobre o que você andou fazendo no(s) verão(ões) passado(s) e as possibilidades de ter um tete-à-tete com Mr. Lucifer.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:18 PM | |


saiu numa matéria da carta capital que o editor-chefe do telejornal com maior audiência do brasil - a saber, william bonner e jornal nacional, respectivamente - teria se referido, numa reunião, ao telespectador típico do telejornal como um hommer simpson.

feito o estrago, o bonner teria comentado que o personagem repesentava "pais de família, trabalhadores, protetores, conservadores, sem curso superior, que assistem à TV depois de uma jornada de trabalho".

das duas, uma: ou ele não entendeu toda a sutileza de um hommer simpson ou que remendar o estrago e a emenda saiu pior que o soneto.

façam suas apostas.

:: VIRGÍNIA CAETANO BAUMHARDT | 1:39 PM | |


Sexta-feira, Dezembro 23, 2005

:: G7+Henrique 2006 ::


Agora com pop-ups

:: ROVANI FREITAS | 1:24 PM | |


Quarta-feira, Dezembro 21, 2005

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 6:04 PM | |


once more the sith will rule the galaxy
Gráfica da UFRGS em novo endereço
21/12/2005


A partir do dia 2 de janeiro a Gráfica da UFRGS começa sua mudança para a Rua Ramiro Barcelos, 2500, onde funcionará em um prédio próprio. Os clientes que ainda tiverem trabalhos pendentes devem retirá-los até o próximo dia 30 ou entrar em contato pelo telefone 3316.5069 ou através do e-mail grafica@ufrgs.br.
font: ufrgs.br

:: ZÉ NASCIMENTO | 12:51 PM | |


Terça-feira, Dezembro 20, 2005

O mestre chegou cedo, antes do sol nascer. Do retiro de sete dias e sete noites, pouco trazia além de algumas sacolas de supermercado. Ordenou que todos se reunissem imediatamente, antes de quaisquer afazeres matinais.
Dentro de cada uma das sete sacolas, alguns pães. Sem dizer palavra, calmamente distribuiu o desjejum entre os discípulos. Cada qual recebeu um pão, e todos comeram em silêncio, sob o olhar indiferente do sábio.
- Então, gostaram dos pães que lhes trouxe de minha visita à cidade? - perguntou, depois de alguns minutos contemplando as samambaias do pátio.
- Bem, mestre, pra dizer a verdade, estava um pouco seco - disse o mais justo.
- O meu estava excelente, quentinho até - disse o mais magricela.
- O meu nem deu pra comer, tava até meio mofado. Mas eu imaginei que o senhor ia aprontar outra daquelas com a gente, e trouxe umas bolachas escondidas no bolso do hábito - disse o idiota.
Com o olhar distante, o mestre lembrou da cidade. Lembrou dos passeios que fazia todas as manhãs na praça do mercado. Coçou a barba com ar satisfeito.
- O mundo, digo-lhes, está sempre nos preparando uma fornada de pão. A nós cabe aprender o momento certo de embrulhá-lo, bem como o momento certo de comê-lo.
E prosseguiu:
- Alguns homens nascem padeiros, outros são alérgicos à farinha. Nem só de pão vive o homem, e às vezes temos de comer o pão que o diabo amassou. No meio de tudo isso é que nós temos de trilhar nosso caminho. E não adianta espalhar migalhas.

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 11:33 PM | |


Auf Wiedersehen



Pessoal, é público e notório o fato de que viajarei para a Alemanha em janeiro e voltarei só em março. A novidade é que, atendendo a pedidos, farei uma festa de despedida. Sim, a viagem foi de última hora, a festa foi de última hora e o convite está saindo de última hora. Enviarei tudo por e-mail também, e telefonarei. Obviamente, todos os participantes, anex@s e leitor@s identificad@s do G7H estão na lista já. Mais nomes, mandem de preferência até hoje de noite.

O quê? Auf Wiedersehen do Pedro. Haverá show da Blanched e depois discotecagens aleatórias. Não que o show ou as discotecagens tenham a ver comigo, claro, eu só aproveitei a data.

Onde? No . Fica na Av. João Pessoa, 203. É bem no começo do viaduto, no lado da pracinha que tem ali. O lugarzinho bacana me foi apresentado pelo Henrique e pelo Josué.

Quando? Quinta-feira, 22 de dezembro de 2005. Ou seja, depois de amanhã.

Quanto? Com nome na lista, é R$ 6,00 de ingresso, independente de horário. Sem nome na lista, 6 pilas até meia noite e 12 depois.

Mais info: Mail ou fone. Que, suponho, todos tenham.

:: PEDRO MORAES | 3:12 PM | |


Segunda-feira, Dezembro 19, 2005

Flores em papel

Florisberto gosta de desenhar flores em qualquer papel que se lhe aproxime. Nos bares, todos os guardanapos tem destino certo em suas mãos. No banheiro, em qualquer banheiro, gasta quase um rolo de papel higiênico a cada urgência fisiológica. No colégio, nunca teve caderno, porque gastava todas as folhas com seus rabiscos floreados. Em livrarias, fazia estragos.

Era uma compulsão, uma doença, uma fantasia insaciável.

Um dia, conheceu Anabella, filha do maior produtor de papel da cidade. De rosas a margaridas, de orquídeas a jasmins, toda espécie de aparelho reprodutor vegetal recebia o toque bertístico num pedaço de papel, amorosamente dedicado à sua Bella.

Adalberto, pai de Anabella, admirava-se da capacidade do menino, mantendo-o, obviamente, imensamente afastado de sua fábrica.

Os pombinhos, então, resolveram se casar. Adalberto surpreendeu-se com a decisão, não por motivos morais, mas sim financeiros: o rapaz era um devorador floreado de papel. Em reuniões secretas com o alto comitê de sua fábrica de papel, decidiram que o rapaz seria persona non grata em qualquer ambiente da empresa. Por precaução.

No jantar de noivado, Berto, o namorado, quis ter uma conversa franca com Berto, o sogro. Propôs-lhe a compra de sua empresa, pois sua sede de papel era infinita. "Incabível! Ilusório! Impossível!", negou-lhe Berto-sogro. Berto-paixão insistiu. Levantaram as vozes. Discutiram. Deram-se socos. Sacaram armas. Berto-sogro recebeu um projétil em seu estômago. Faleceu três horas depois.

Florisberto, insaciado, dirigiu-se à fábrica de papel. Anabella, aos prantos, tentava contê-lo, revelando-lhe sua sandice e sua completa loucura. Florisberto, irreconhecível, seguia firme em seu trajeto. Ao chegar à porta da empresa, dirigiu-se à Anabella, que ainda o seguia.

Disse-lhe: "Meu florido amor, impassível Bella. Eis que teu pai, ingrato, não foi capaz de me oferecer o que as flores lhe trazem em lucro. Agora, me faço vítima inocente de seu egoísmo e trato de, com meu sangue, odorificar essa imensidão de papel, coisa que apenas este sangue, hábil em florir o mundo, poderá fazer".

Anabella olhava tudo sem entender nada. Uma lágrima descia vagarosamente por sua face.

Florisberto, olhando firmemente para sua amada, apenas encostou o cano do revólver de sua cabeça, e o estampido foi ouvido por toda a cidade.

A amada Bella, inconformada, passou dias, meses e anos refletindo sobre os fatos que abalaram o seu casamento. Um dia, percebeu que papéis e flores seriam a sina da sua vida.

Mas nada seria como antes, após conhecer um grande empresário. O amor entre os dois levou-lhes a juntar esforços e revolucionar o mercado de papel e flores: inventaram o papel higiênico perfumado. Assim, conseguiram superar o trauma de Anabella facilmente. Enriqueceram e até hoje deliciam-se com as flores desenhadas em cada pedaço de papel odorificado. Pois aí vemos, então, tudo o que o amor é capaz de superar.



Joguinho sensacional. Mas não passei da 3ª fase. Acho que é por total desconhecimento da área...

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:58 PM | |


Sábado, Dezembro 17, 2005

Sentada no banco de uma praça, uma menina de 12 anos chora copiosamente. Eis que aparece à sua frente um velho de 72 anos. O velho não está chorando, apesar de já ter sofrido ao longo de sua vida 6 vezes mais do que a menina. Ele resolve sentar-se ao lado dela. E pergunta:
- Por que choras tanto, menina?
Ao ouvir estas palavras, a menina passa a chorar ainda mais. Na verdade, naquele momento ela parece a pessoa mais triste do mundo. E o velho, ao invés de ir embora, continua falando:
- Neste momento, tu pareces a pessoa mais triste do mundo. Tens algum motivo para isso?
A menina pára de chorar, enxuga as lágrimas e responde. Não é uma resposta qualquer, mas a melhor resposta, que ela já vinha construindo durante seus momentos de silêncio:
- Se eu sou tão triste, como posso ser apenas uma menina? Como pode uma simples menina ser tão triste?
A resposta do velho vem de imediato e é ainda melhor. É perfeita. Talvez porque ele havia construído esta resposta ao longo de décadas de silêncio:
- Sim, tu és apenas uma menina. Sabes por quê? Porque eu vou fazer cócegas em ti agora e tu vais sorrir. E não por instinto, mas por pura alegria.
O velho faz cócegas na menina e, por um breve instante, ela sorri.
Uma dona-de-casa de 42 anos que está passando por ali presencia a cena e acha que se trata de um caso de pedofilia.

::

"fUCK yOU, GANG
Uma campanha de 2005 pelo fim da Gang"

::

Se puderem, assistam a nova versão do King Kong. Acho que é um dos poucos filmes feitos nesta década que tem um mínimo de mágica do cinema.

:: JOSUÉ BOCHI | 5:37 AM | |


Botaram um best-seller em película. Sai no ano que vem.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 12:02 AM | |


Sexta-feira, Dezembro 16, 2005

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 11:32 PM | |


Papai Noel vive

Vem chegando o Natal, então,

- presenteie

e

- se divirta (jueguito)

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:56 AM | |


Quinta-feira, Dezembro 15, 2005


-----------------Mensagem original-----------------------
From: Pró-Reitoria de Graduação (prograd@prograd.ufrgs.br)
To: discentes-l@grupos.ufrgs.br
Date: 15/12/2005 10:07
Subject: Mensagem de Natal
---------------------------------------------------------

Feliz natal a todos Alunos da UGS!

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 10:51 AM | |


Quarta-feira, Dezembro 14, 2005

Depósito do Calvin


Gostou? Tem mais 195 tirinhas aqui.

Update: A tira mais triste do mundo...


Retirado desse blog, onde tem uma boa explicação pra quem não é tão fã do Calvin e/ou não achou triste.

:: PEDRO MORAES | 9:34 PM | |


:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 2:17 PM | |


Terça-feira, Dezembro 13, 2005

Voltando a postar neste excelso recinto de magnitude sapiencial, ofereço-vos duas divertidas diversões de férias:

- um presente para quem gosta de ficar te alugando ao telefone

- um joguinho para as horas vagas, excessivamente divertido (retomando a famosa série de Jogos em Flash).

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:53 AM | |


Sábado, Dezembro 10, 2005

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 9:05 PM | |


Sexta-feira, Dezembro 09, 2005

Amigo Secreto


Embora sob ameaça de fuzilamento, deixo aqui o registro de que ontem foi uma das únicas e raríssimas ocasiões em que os sete + Henrique + Virgínia estiveram juntos - e sem combinar nada! Que momento... Só não precisava ter sido registrado em voz alta quando o círculo se completou, né, Virgínia? Whatever, quem inventa agüenta.

Destaques para o Moisés que não ganhou presente, e para a Virgínia, que ganhou do Rovani o incrível CD do Corel Draw Encantado.

Sobre o Auto-Escola, que não ganhou nada, sinto muito. Para compensar, lembramos que a melhor descrição já feita de alguém em qualquer amigo secreto foi sobre ele. "Ele é alto, Auto Escola"

Ao Henrique e ao Josué, agradeço por terem me levado na festa mais vazia e estranha do mundo. Acho que nunca mais vou comer coco queimado na vida.

Para o Zé e o Fernando não tenho comentários, mas coloco aqui só pra citá-los nominalmente... :D

luto: vocês devem ter recebido o e-mail, mas deixo aqui registradas as condolências do meu Corcel pelo falecimento da Belina do Demétrio.

:: PEDRO MORAES | 4:34 PM | |


Sexta-feira, Dezembro 02, 2005

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 5:23 PM | |