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VIRGÍNIA
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ENQUETE
A entrevista com o Senador Paulo Paim foi um estrondoso sucesso, a conversa com Eduardo Galeano é iminente. Mas com qual celebridade você realmente acha que os membros do G7 (pelo menos alguns...) devem marcar uma exitosa entrevista?
O companheiro presidente Lula.
O arretado deputado Severino Cavalcanti
A esfuziante Giseli Madoninha.
A hilária atriz Gisele Edna, do AVAB.
A extrovertida nutricionista Ruth Lemos.
O espirituoso professor Chiquinho Rüdiger.
Os controversos michês de Alvorada na Redenção.

POEMAS

(escritos em conjunto durante produtivas aulas do terceiro semestre)

TESTES
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DESBRAVAMENTO I
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O
G7+henriqUe AfiRmA que Não há FRases ocUltas colocadas
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Quinta-feira, Junho 30, 2005

Futilidades filosófico-acadêmicas

Estive pensando. Isso é quase normal.

Enfim, estive pensando a respeito de cursos, carreiras e profissões. Não sei por onde comecei minhas divagações, mas me lembrei daquele comentário politicamente incorreto, geralmente dirigido a psicólogos ou estudantes-de: são todos doentes mentais, procurando a sua cura. Por isso estudam o que estudam.

O que consegui filosofar, no entanto, foi que isso não é privilégio de psicólogos ou estudantes-de. Na realidade, pensando a fundo, o curso estudado na academia seria, inconscientemente, uma escolha para suprir necessidades pessoais de cada um. Por exemplo, estudantes de odontologia usando aparelho de dentes, futuros jornalistas que não sabem se expressar, futuros especialistas em oncologia fumantes, etc. Ou seja, numa visão mais construtivista, os cursos seriviriam para reviver e dissolver antigos traumas infantis. E, numa abordagem freudiana, resolver questões de fundo sexual.

Exemplos? Ei-los.

Psicologia
Quem estuda? Quem tem problemas psicológicos.
Trauma infantil: "Meu filho, tu deve ter algum parafuso frouxo!"
Questão sexual: "Amor, tu tá louco?"


Comunicação
Quem estuda? Quem não sabe se comunicar.
Trauma infantil: "Fala direito, peste!"
Questão sexual: "Não seria melhor tirar o * da boca pra falar?"


Direito
Quem estuda? Quem tem culpa no cartório.
Trauma infantil: "Joãozinho, tem certeza que essa aí não é a arma de verdade do seu pap
Questão sexual: "Inverter papéis? Que história é essa, João?"


Química
Quem estuda? Quem não entende nada de substâncias.
Trauma infantil: "Nããão!!! Tira essa QBoa da boca, guri!!!"
Questão sexual: "Hmmm... é viscoso..."


Administração
Quem estuda? Quem não sabe tomar decisões.
Trauma infantil: "É simples, João... Varinha de marmelo ou joelhos no milho?"
Questão sexual: "Já decidiu a posição que tu quer, ou posso me vestir?"


Medicina
Quem estuda? Os hipocondríacos.
Trauma infantil: "Ué, não tá gripado hoje, filho?"
Questão sexual: "Eu não acho que andar de mãos dadas seja anti-higiênico."


Odontologia
Quem estuda? Quem tem problema nos dentes.
Trauma infantil: "E esses dentes aí?"
Questão sexual: "De novo, amor?! Você sempre me morde 'sem querer'..."


Geografia
Quem estuda? Quem não tem noção de espaço ou senso de localização.
Trauma infantil: "Você pegou três ônibus errados pra chegar em casa?"
Questão sexual: "Não é bem aí, lindinho..."

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 8:45 PM | |


Quarta-feira, Junho 29, 2005


------ Mensagem Original ------
Assunto: Especial Praça é Nossa confira.
De: "Especial Praça e nossa"
Data: Sex, Junho 17, 2005 8:49 am
Para: linckponto1@tutopia.com
---------------------------------------

Vídeo especial PRAÇA É NOSSA
Você vai rir agora no seu e-mail.Os produtores do programa praça e nossa fizeram um vídeo especial da praça, com as principais senas do programa. Totalmente gratuito.Clique aqui pra ver o vídeo.

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 2:11 PM | |


Terça-feira, Junho 28, 2005

Nostalgia das brabas

Mesmo praqueles vestibulandos 2002/1 que vão se formar só em 2006, 2007 ou até 2008, já começa a bater aquela sensação de estar prestes a cair fora da fabico. Então proponho uma brincadeirinha tri legal:
Peguem a primeira caneta e o primeiro papel que estiver a mão e escrevam, por curso, o nome de todos os colegas que vocês se lembram.
NÃO VALE: recorrer a fotografias, trabalhos em grupo, internet, agenda de telefones, nem nada do tipo.

De jornal, lembrei 23.
De PP, lembrei 19 - algumas omissões imperdoáveis
De RP, lembrei 15 - algumas omissões mais imperdoáveis ainda.

PS: Daí fui conferir com o listão da UFRGS, que não é por curso, mas sim por nome. E deu tudo certo, considerndo-se que em jornal e RP houve uma pessoa que desistiu e entrou alguém do segundo semestre. Em jornal, acho que a sobra é uma tal de Ana Lúcia Pessotto dos Santos. De RP, a excedente é a Letícia Farina, uma conhecida minha que, de fato, foi pra PUC.

UPDATE: Aqui está a lista dos bixos 02/1. Clica e mata as saudades...

:: PEDRO MORAES | 6:03 PM | |


Segunda-feira, Junho 27, 2005

ATUALIZADO

Gramado Cine Vídeo

Glauber, engole estaS!

Perdoem-me os que não foram escolhidos, mas nós fomos. Com extrema humildade em nossos corações, estaremos nós.

Explico.

Vale dos Vinhedos: il fascino del vino, documentário produzido, dirigido e editado por Moisés Sbardelotto, Paulo Roberto Lunardi, Pedro Henrique Moraes e Rovani Freitas, com a participação e colaboração mais que especial de Anne Ledur (chorem!), foi escolhido para concorrer no Festival de Gramado.

Além disso, parece que concorreremos ao Guinness. Fizemos tudo, tudindinho, em menos de 5 dias, da produção à edição. Chorem! E tudo feito sob condições anormais: estávamos rodeados por imensas quantidades de vinho a nosso bel prazer.

Resistimos. Fomos fortes. Iremos a Gramado.

Outra grande produção concorrente (chorem!) é a grande reportagem A Catedral dos Gaúchos, realizada pelo mesmo grupo, com imagens da linda, maravilhosa e minha Anne Ledur e, também, de Denise Waskow.

Chorem. Duplamente.



Se bem que meu lado diabólico ficou tão mais feliz por outra razão. Que também tem a ver com o Festival de Gramado. Ha, ha, ha!!! (risadinha diabólica)

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:27 AM | |


Domingo, Junho 26, 2005

Este é de ler

Putaria verbal

Saiba o leitor que este é um daqueles textos recebíveis (e recebido, no caso) por e-mail, de autoria duvidosa de algum aluno de alguma universidade estranha.

Mas este é realmente bom. Merece a vossa leitura, estimado vidente.



Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: timo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal.

Que loucura! Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.

Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 8:27 PM | |


Sábado, Junho 25, 2005

Paulo Coelho em minha vida

Não, o Universo não conspira contra mim. Consegui um trabalho.

Se bem que algo me diz para não ser tão confiante. Ah, claro, o fato de o meu trabalho ser um estágio.

Entenderam a profunda e engraçadíssima piada?




Riam







Tem mais de onde veio.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 8:23 PM | |


Quinta-feira, Junho 23, 2005

='o(




:: ZÉ NASCIMENTO | 5:39 PM | |


Jornalismo transgênico

Localização publicitária

Lombada na Pasqualini a partir de julho

A primeira lombada eletrônica da Avenida Senador Alberto Pasqualini vai funcionar a partir da segunda quinzena de julho. O 33º controlador de velocidade de Lajeado começou a ser instalado ontem. Pelo local, proximidades da Gambatto Veículos, passam cerca de 600 mil carros por mês. A velocidade permitida é de 50 km/h.

Aprenderam como se faz? Curso intensivo aqui.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 2:22 PM | |


Charadinha matemática


Imaginem a seguinte situação:

Você realiza seu sonho de voltar no tempo para participar da legendária Porta dos Desesperados do programa do Sérgio Malandro. Depois de se escabelar, espernear, gritar, atravessar o palco a nado e rastejar feito uma lesma, você chega na frente das três portas coloridas.

Atrás de uma delas há um maravilhoso prêmio: um kit composto por uma Monark zerinho, uns dez jogos da Grow diferentes e o boneco em tamanho natural do Sérgio Malandro. As outras duas ocultam péssimos atores vestindo puídas fantasias de monstros peludos.Você escolhe uma porta qualquer, mas ela permanece fechada.

Para aumentar o suspense, Sérgio Malandro manda abrir uma das outras portas. Ele sabe que a porta que mandou abrir não possui prêmo nenhum atrás dela. Tchan-tchan-tchan-tchan. Agora sobraram apenas duas portas fechadas, sendo que atrás de uma está o monstro, e atrás da outra está o fabuloso prêmio. Você terá mais chances de ganhar se:

1) Permanecer na porta que escolheu.
2) Mudar de idéia e ir para a outra porta.
3) Tanto faz, porque a chance agora é de 50%.

Aguardo repostas nos comentários...

PS: Josué, não vale perguntar pros teus irmãos...

:: PEDRO MORAES | 2:28 AM | |


Segunda-feira, Junho 20, 2005

Há 1 ano...

É o que eu digo: eu amo a Anne.



Qual é o tênis que te sustenta?

Ando filosoficamente reflexivo nos últimos tempos. Divagando publicísticamente, pensei que, em termos de criação de sapatos, há designers e designers (viram que grande axioma?).

Pois bem, destes, abstrair-nos-emos aos péssimos. E aos péssimos da melhor. A Nike.

Suponhamos que exista o modelista de tênis Adalberto Antunes, da Nike. Pois eis que o sr. Antunes, ao ver-se pertencente do grande oligopólio dos solados de borracha do mundo, descobre-se possuidor de algo fantástico: a liberdade de criar qualquer coisa. Sim, qualquer coisa. Afinal, quem é a Nike senão a grande inventadora de moda no mundo da moda?

E ela tem cacife pra isso. E o Antunes também. Não importa, realmente não importa, absolutamente não importa o que for que a NIke invente, não importa, qualquer coisa, o que se pensar, do jeito que for, nos modelos que for, com as cores que for, com o material que for, com a pesquisa extensa ou ínfima que for, com a propaganda que for, no país que for, ela venderá quantidades absurdas.

Além disso, o futuro comprador dessa coisa que for saber-se-á diante de uma obra-prima do mundo da moda. Algo aberrante, mas na moda. E, com isso, sua indigna humanidade saltará ao patamar dos consumidores de Nike. Um nicho único (pensa ele), um nicho dos escolhidos que berram ao universo: "Nike!". E lá vai ele, flutuando sobre o solado de borracha mais macio, mais areado, pisando nas nuvens do nirvana, do céu ou do grande regaço divino (dependendo de sua preferência religiosa)...

Alguém duvida? Tudo bem, eu também duvido. Mas foi a única explicação defensável que eu encontrei para entender como uma pessoa, em plena sã consciência, gaste absurdos R$ 500 com isto.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 1:37 PM | |


Sexta-feira, Junho 17, 2005

Gato preto e outras animalices


Quarta-feira, 22h20. Em frente à porta da Fabico, recém trancada pelo guarda noturno, um professor de História de Cinema, um estudante de jornalismo e sua namorada gatíssima conversam animadamente. O assunto é o macabro filme O Exorcista e as apuradas técnicas utilizadas para disseminar o terror, a paúra, o pânico e o medo no coração e na mente dos incautos espectadores.
Em certo momento, o professor relembra o som de ferro sendo batido numa bigorna, som esse que pode ser ouvido no começo do referido filme. Péim, planct, péim, planct. São batidas ritmadas, hipnotizantes. Péim, planct, péim, planct. Nesse instante, surge do nada um gato negro* da cor da noite, que insinua-se felinamente por entre os pés dos três distraídos personagens. E ali o bichano aguarda, pacientemente, até o professor, a aluno e a bela garota saírem do território fabicano, que à noite torna-se domínio exclusivo dos gatos pretos e outros entes sinistros...

* leia-se "afrodescendente", afinal todos sabem que os gatos vieram do Egito...



Ontem, na biblioteca das Sociais, no Campus do Vale, um beija-flor perdido voava entre as prateleiras. Ninguém se prestou a abrir uma janela para ele voltar à liberdade. Aposto que se fosse um morcego ou uma barata voadora cascuda teriam feito de tudo pra expulsar o bicho.



Yorkshires são, de fato, uma raça inglesa. Meu cachorro só anda do lado esquerdo da calçada.

:: PEDRO MORAES | 4:48 PM | |


Quinta-feira, Junho 16, 2005

Este é de ler

Inutilidade recorde

Não prolongar-me-ei (recurso estilístico de caráter sintático completamente incorreto) a respeito da qualidade televisiva do recente programa Guiness - O Livro dos Recordes (Livro? Mas não era um programa de tv? Contradição em termos ou jornalismo transgênico? Deixo-vos o caráter discursivo da questão).

Sem recorrer à verve crítica fácil, pretendo discorrer brevemente sobre a função cultural e educacional desse entretenimento visual familiar noturno. Pergunto: algum de vocês sabe qual o reclame (cf. Henrique) mais caro da história da publicidade?

É um comercial bobo, de um bando de homens correndo (milhares), todos iguais, vestidos iguais, em um cenário cinza, escuro, triste, depressivo. Até que um deles se liberta de sua opressão igualitária e reconhece-se um neo-livre, um neo-usuário de um tênis Reebok, um neo-protagonista da propaganda mais cara da história da publicidade. Nas camisetas de cada um dos ainda oprimidos, dos que ainda não foram libertos pelo todo-poder de um Reebok, está gravado um número, o mesmo número que aparece solto pelos prédios do cenário depressivo... Um número... Uma mensagem subliminar...

O código postal da concorrente. Nike.

Faz sentido. Um sentido de US$ 1 milhão por cada um dos 4 filmes que faziam parte da campanha. US$ 4 milhões de dólares... Enfim, Guiness também é História da Publicidade.

E muita cultura: vocês sabiam que um homem conseguiu saltar sobre 17 caminhões estacionados um ao lado do outro? E sabiam que ele o fez em nome da honra que pesava sobre o seu sobrenome? Honra de antepassados e tradições familiares. Guiness também é Moral e Cívica.

Agora, o supra-sumo das qualidades humanas pode ser verificadas na orelha de um estudante de Ciências Sociais americano. Sim, todo o segredo do universo - numa casca de noz? Óbvio que não! Atrás da orelha, onde a pulga se esconde. Um cientista social americano (vejam a profundidade intelectual do fato) consegue lançar confetes de chocolate (MMs, sabe?) a quase um metro de distância. E o recorde é justamente este: lançamento de balas por orelha. E o caráter dificultoso (sim, todo recorde é apenas uma simples bobagem se não há algum caráter dificultoso no feito) está em lançar os confetes exatamente na boca do irmão do cientista social, que se posiciona, suspeitosamente, sentado atrás dele, esperando receber toda a doçura que voa da orelha do irmão que está em pé, de costas. Hmmm...

Tudo para os aplausos e o orgulho do papai Neddles.

É o american way of lançar coisas com a orelha. Tudo pela tradição. Obviously.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:56 PM | |


Terça-feira, Junho 14, 2005

Pergunta!

Ou melhor, respostas a algumas das perguntas que vêm sendo feitas a milhares de anos sem que ninguém jamais se atrevesse a respondê-las.

P - Você pensa que eu sou um desses idiotas que andam por aí?
R - Não. Eu penso que você é um desses idiotas que andam por aí.

P - Quantas vezes eu já lhe disse pra não fazer isso?
R - Se não me falha a memória, 12 337.

P - Desde quando mulher manda nesta casa?
R - Embora você só o perceba agora, desde que nos casamos.

P - Onde é que você andou até agora?
R - Eu não andei. Estava sentado no bar, enchendo a cara.

P - Mas por que essas coisas só acontecem comigo?
R - Porque você é muito mais estúpido que o resto da humanidade.

P - Você acha mesmo isso ou está dizendo só pra me agradar?
R - Só pra lhe agradar.

P - Que idade você me dá?
R - Pela aparência, 250. Mentalmente, 8.

P - Quem é que você pensa que é? O presidente da república?
R - Também, que coisa!, eu não almejo tanto! Sou Buda, e isso me basta.



Melhores e piores da Internet

>> Ele dança uma dança por dia. E publica. Destaque para "Who let the dogs out".
>> A evolução em 20 segundos.
>> Quem mora a mais de 1300 metros de profundidade na Nova Zelândia? Ele.
>> Quem tá com fome?

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 8:47 PM | |


Melhor reclame

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 3:58 PM | |


- Alô.
- Alô, é da Farroupilha?
- Não.
- É daonde, então?
- Olha, não é da Farroupilha.
- Mas até a tua voz é de locutor!
- ...
- Então tá, tchau.

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 10:22 AM | |


Sexta-feira, Junho 10, 2005

Lula psicografa Rubens Weyne





A tempo

Procurem, neste blog, o post intitulado Por culpa de las cadenas. Muito bom. Destaque para esta frase: Me estoy volviendo raro, ya que en las fiestas no le hago caso a ninguna chica que se me regale, por más que sea un culazo, por terror a que me robe los riñones y me deje dormido en una bañera con hielo.

Ou ainda: Doné unos $1.000 de mis ahorros a las 638 cuentas de Amy Bruce, una niñita enferma con cáncer, que estuvo a punto de morirse unas 7.245 veces en 4.354 hospitales diferentes y que tiene siete años desde 1993!!!

Sou brasileiro, e não uso trackback nunca! Até porque eu nem sei como se usa... @#(@*&#@!!!



Sem tempo-empo

REPÓRTER - O que que essas pessoas precisam saber?

RUTH - Elas precizãum saber sãber que até o sanduíche iche pode ter um valor nonunutritritritriv iv nutrr (sorrisinho) adequado!

REPÓRTER: O valor nutritivo pode ser adequado até mesmo num sanduíche.

RUTH - Lóóógiiico, você pode diminuí, cumê aãã quanteaquantidadade degudiguuuoooooooorduudura (sorrisinho)

REPÓRTER - Os nutricionistas que vão estar aqui vão dar que tipo de serviço, que tipo de orientação?

RUTH - Nós vamos dar diiicas sobre uma alimentaçãoalimentaçãum saudasaudáááávelável que ofereçaereça condiçõõões de melhora de vida devida. Nós precisamos melhorar a qualidade devide vida da populaçãummmrelaçãun. É... hoje sabemos que a expectatitriva de vida está aumentaannndu e mas nóis precizamo vivtererverver maaaaiiis mais com um ali qualidadedividivvv e para isso precisamos substituir alimentuxx, aumentar a quantidade de fibraxx de vegetaixx folhóóósuxsuisss e diminuí a quantidade quantidad de gorduuura e hidrato dicardicarcarbono.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:25 AM | |


Quinta-feira, Junho 09, 2005

Este é de ler

Exageros da modernidade

Classe média é foda! Não que eu seja de alguma outra, justamente me considero parte dela. O problema é a estupidez que nós, classe-medianos, nos tratamos uns aos outros.

Caminhando feito um retardadinho pela Vigário, às 20h30 de hoje, fui surpreendido por dois moçoilos bem apessoados (mulatos, o que não identifica a minha posição como racista, seus enrustidos!). E quando eu digo bem apessoados, leia-se bem apessoados. Boas roupas, boa apresentação, boa pinta, se eu fosse carioca. E fui surpreendido. Caminhava eu tão retardadinho, que nem notei a presença dos suspeitos (viram que a trama vai se desenvolvendo para o lado do suspense, né?). Dá-se o diálogo:

Rapaz - Ôpa, desculpa te atrapalhar. Seguinte, eu e o meu amigo...
Eu, em pensamento - Hmm... são dois...
- ... a gente não é daqui, mas não precisa se assustar...
- Iiihhh...
- ...o meu amigo só queria saber se a Paquetá ou a Ughini tá aberta...
- Iiiiihhhhh...
- ... e o seguinte, eu já fui presidiário...
- Iiiiiiiiiihhhhhhhhhh...
- ... e eu tô armado...
- Corro? Reajo? Finjo de louco? Lasco-lhe um beijo na testa?
Rapaz - e a gente só fhweuyfcaehrfkqw...
Eu, em fala audível - Como é que é?
- Eu só quero dez pila pra gente comer!
- Bah, meu, não sei se eu tenho isso (abro a carteira na certeza de um roubo bem mais expressivo, já que havia bem mais dinheiro que eu pensava, Murphy se manifestando bonito!). Pois é, pra tu sorte (que espirituoso!) tenho aqui dez pila.

Dou o dinheiro, e o filho da puta daquele almofadinha classe-mediano de merda não falou nada, aquele bosta! Um mulato desgraçado, melhor vestido que eu, perguntando por Paquetá e me exigindo 10 pilas?! Mas que viagem é essa? Eu nem olhei pra cara dele. Dei o dinheiro, fechei a carteira e a pasta e caí fora.

Continuei caminhando. Visto que moro longe, e o caminho (não é tão) deserto, continuei minha empreitada. Chegando nas escadarias do estimado Trensurb, me deparo com um adolescente, outro rapaz, este sim paupérrimo, humilhantemente jogado num canto das escadas, pedindo-me se havia "sobrado umas moedas".

Que merda!, pensei eu. Quase abri a carteira e dei todo o dinheiro que eu tinha. Viu? Todo classe-mediano é um cocô. Claro, já que poderiam ter levado bem mais do que eu pensava, meu caridoso coração queria se manifestar agora, oferecendo ao pobre menino tudo o que eu possuía.

O outro classe-mediano, o almofadinha filho da puta, nem se tocou do absurdo subhumano de requisitar 10 pilas pra mim, em extrema cara-de-pau, visto a sua condição igualitária à minha.

E eu, outro classe-mediano retardadinho, pensando em ser caridoso apenas na hora da minha dor pessoal. Com certeza, se fosse em qualquer outro momento, nem pensaria a respeito do moço jogado naquele canto. Talvez ainda reclamaria do cheiro dele. Sinceramente, muito menos pra mim. Até pensei que aquilo poderia ser a manifestação de um belo pensamento cristão e humano, mas quê! Pura balela.

Pior ainda: não dei nada pro pobre menino. Acho que os classe-medianos são uma bosta conceitual, e o mundo é complicado demais pra termos de tomar decisões em segundos. Falando em termos de média, em todos os sentidos. O resto é exceção.



Falando nisso

Uma coleção de fins-do-mundo pra vocês.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 10:24 PM | |



40.000 prostitutas e 100.000 preservativos

Essa é a estimativa dos organizadores da próxima sexualmente ativa Copa do Mundo. Oh yeah, baby! Ou vocês acham que jogador de futebol é de ferro?

Haverá até "recintos do amor" portáteis. Não me perguntem como funcionarão. Até porque, faz sentido, os pobres jogadores, imaginem, sofrem durante mais de 1 hora e meia!!! É desumano demais... Suam, tropeçam, caem, se machucam... tadinhos! Tudo por causa de uma bola!

Nada mais justo que a bola, por sua vez, retribua todo esse sacrifício. Figuradamente falando.

Agora, calculate, frate: 100.000 preservativos para 40.000 prostitutas. Dessa média, só faltou calcular a quantidade de Hipoglós.



Brasil x Argentina

Encosta a tua cabecinha no meu... hm... enfim... e chora.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 11:40 AM | |


Quarta-feira, Junho 08, 2005

Que bonitinho!


Desenhos de crianças são guardados, se tornam coisas "memoráveis", dizem os orgulhosos papais. E, por isso, viram quadros nas paredes e toda essa coisa a la "educar é tudo" da RBS.

Mais inteligente, porém, foi o que Dave Devrie fez, relendo as "obras infantis", dando um certo ar de obra de arte.

De super-heróis a monstros, são todas obras-primas, sem dúvida. O cara é bom. O mais engraçado é a entrevista entre o releitor e o infanto-artista orinal. Magnífico.

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 12:04 PM | |


Terça-feira, Junho 07, 2005


-------- Mensagem Original --------
Assunto: Empresa de grande crescimento mundial
De: "Marcelino Castro" [marcelinocastro1977@bol.com.br]
Data: Seg, Junho 6, 2005 7:31 pm
Para: contato@negocioglobal.com.br
-----------------------------------

Procuramos parceiros que desejam fazer parte do quadro de distribuidores da empresa que mais cresce no cenário mundial, presente no Brasil com um crescimento surpreendente de mais ou menos 8000% em quase 2 anos, e presente em mais de 80 países. A empresa bateu vários recordes mundiais. É um crescimento maior que várias empresas de grande porte e reconhecidas mundialmente, depois do quinto ano de fundação a empresa teve um crescimento superior a 6000%, segundo a pesquisa de uma revista americana.

Isso não é nenhum tipo de brincadeira ou enganação.

Qual o pré-requisito? Que a pessoa tenha visão empresarial e empreedendor sem precedentes, e deseje assumir liderança no mercado brasileiro, português, e muitos outros países. Empresa sem concorrência em vários países e bem sucedida nos EUA, Japão e outros países, e ainda inexplorada no Brasil, Portugal e vários países.

Venha usufruir de inúmeros benefícios que a empresa pode te proporcionar! Um exemplo? Viagens para lugares incríveis com tudo pago. Sempre em Hoteis 5 estrelas.

A empresa lançou uma grande promoção de alguns milhões de dólares para ser distribuido entre todos os distribuidores!

Venha participar dessa promoção milionária!

(...)
Mais informações pelo email negglobal@yahoo.com.br ou negglobal@hotmail.com
OBS.: Não é emprego! Não é vendas! É negócio próprio.

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 9:37 AM | |


!!!HABEMUS PROJECTUM!!!

:: ZÉ NASCIMENTO | 1:06 AM | |


Domingo, Junho 05, 2005

Bá, faz tempo que eu não posto aqui, hein?!

É só pra lembrar... com excessão do hoffmeister, no último

3 DE JUNHO

completamos, os gessetianos, 3 anos de FABICO.

(ao que remete a vocês o 3 de junho de 2002?)

:: VIRGÍNIA CAETANO BAUMHARDT | 3:43 PM | |


Sexta-feira, Junho 03, 2005

Fatos comuns de sensações incomuns

Anti-poema inocente

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!

Hoje, caminhei pelo parque,
vendo meninos a se divertir.
Todos correndo, num ir e vir,
fazendo gols, se achando os tais.

Pois eis que um deles,
revoltado pra chuchu,
encheu seu peito dizendo:
"Vai tomar nesse teu c*!"

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 5:16 PM | |


Post temporário de caráter publicitário gratuito

Guess who's back

Cleber (sem acento), em 4 the masses

:: MOISÉS SBARDELOTTO | 12:37 PM | |


Quinta-feira, Junho 02, 2005

Eu e galera em Angra

Da esq. para a dir.: Vivi, Marcelo Fulgêncio, Erivaldo Júnior e eu

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 8:00 AM | |


Quarta-feira, Junho 01, 2005

Histórias Curtas

Ah, amanhã eu faço - ele disse. E morreu.

Tinha um longo caminho pela frente - e sapatos velhos.

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 11:25 PM | |


Meus oito anos em Pasárgada

Minha terra tem Palmeiras
Belchior não entra lá,
Porque prefere Figueiras,
Castanheiras-do-Pará.
Duas grandes mamadeiras
Da vaquinha vou ganhar.
Ai que dor no calcanhar
De tanto pisar nas beiras.

Lambaris nadam de dia,
Para à noite descansar.
Com eles não tem rebeldia,
Desordem também não há.
Não gostam da companhia
Dos peixes do seu lugar,
Mas adoram todo o mar.
Eu os adoro em fatias.

clique aqui para ver mais poemas escritos coletivamente pela equipe do g7+h

:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 11:17 PM | |



-------- Mensagem Original --------
Assunto: Ayrton Senna Memorial veja o clipe.
De: "Ayrton Senna Memorial" [linckpomto1@tutopia.com]
Data: Qua, Junho 1, 2005 2:31 am
Para: linckpomto1@tutopia.com
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:: HENRIQUE HOFFMEISTER | 10:13 AM | |