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Sexta-feira, Julho 30, 2004
Para que serve a cadeira de Laboratório de Comunicação Gráfica? Para "fazer o que vocês quiserem, desde que envolva comunicação gráfica" - resposta do professor. A galera que fez a cadeira no último semestre, entre eles eu, Paulo Lunardi, decidiu fazer uma fotonovela na web. Tá aí o resultado. Uma história aparentemente conhecida em uma versão muito avacalhada e viajante, com finais malucos e muito Playmobil!
Paulo Lunardi, produtor
Cliquem aqui, entrem e divirtam-se!
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 11:20 PM
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- elementar, meu caro wellington.
- ...
- ahn... elementar, meu caro... washington.
- ...
- uhn... elementar, meu caro...
- ... watson.
- é isso. aliás, o que era mesmo, watson?
- tome seu remédio para memória, sir sherlock.
- ah! elementar, meu caro wellington.
:: ZÉ NASCIMENTO
| 9:06 PM
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nota mental
em algum lugar do mundo, alguém acabou de morrer... e de nascer...
:: ZÉ NASCIMENTO
| 4:36 PM
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Tudo pode ser bem pior...
Poema Ficha Identidade
Millôr Fernandes Nome:
Quem ou qualquer,
Em código binário.
Data de nascimento:
Já esqueci.
Mas foi há quase sempre.
Ambições:
Não quero.
Se quero, não me dão.
Não peço.
Não ofereço.
Deveres:
Completar o trajeto.
Trocar as ferraduras.
Religião:
Resumo de todas
As descrenças.
Desprezo por quem acha
Que existe o que não há.
Até onde?
Até o fim do espaço
De que me deram,
Do limite do tempo.
Que não tenho.
Resumo:
Conservar o espanto constante,
De dois olhos.
E ver.
Conhecer lugares gravados
Em olhos cegos.
:: Música Windowística ::
Quero ver quem consegue fazer isto. Boa música com apenas sons do Windows. Faz igual, quero ver!
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 2:16 PM
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nota mental com palavras que podem ser ofensivas
existem vários tipos de cabelos: lisos, cacheados, ondulados. mas pentelhos só existem crespos. ou não?
quero fazer um blog solo e preciso de noções básicas de html para blogs... alguém poderia fazer o favor?
:: ZÉ NASCIMENTO
| 2:08 PM
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Quinta-feira, Julho 29, 2004
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nota mental (reloaded)
em 22 anos, minha vida só teve dois momentos de profunda mudança de rumos... o resto parece acontecer normalmente... até quando?
na verdade, teve uma só. a outra só atrasou algo que, no final, acabou acontecendo... a saber, com devaneios narrativos e detalhes (in)dispensáveis:
mudança drástica na minha vida 1: era 93, e eu, não sei como e nem me lembro por que, resolvi que queria estudar no colégio militar. e assim eu disse pro pai e pra mãe. bah, correria geral, entrar em contato com pessoas, providenciar documentos... minha tia avó, dízus!!! (aquela mesma que vocês, g7anos, conheceram nas gravações do glorioso "ao vencedor...") conhecia o então subcomandante do cm, e falou com ele, porque, como em muitos momentos eu viria a perceber, o meu caso era praticamente uma exceção. eu era filho de milico, e teria direito a vaga se meu velho fosse transferido pra porto alegre. como não era o caso, fui ter uma conversinha com o homem. começou falando que a vaga não era garantida na sétima série, mas que poderia, então conseguir na sexta. recusei veementemente. então ele, percebendo a inabalável fé e segurança que eu demonstrava, e a firmeza de caráter que fincava o pé na condição de só aceitar a vaga na sétima, tudo isso do alto dos meus 12 anos, praticamente teve certeza de que poderia atender todas as minhas condições... entrei, na sétima, e tô aqui hoje...
mudança drástica (ou não, de repente) na minha vida 2: queria ser milico. os cinco anos de colégio me inspiraram. fiz o concurso pra espcex em 97 e não passei. fiz em 98, e passei. fui a campinas em 99, onde aprendi coisas e vivi bons momentos (talvez devesse ter aproveitado mais, mas isso eu só percebo hoje). o caminho, contínuo, era a aman, para onde fui e de onde voltei em 2000 e em 2001. daí fiz cursinho e entrei na ufrgs... ou seja, basicamente, essas indas e vindas só adiaram a entrada na fabico, que seria em 99 e foi em 2002, porque pp eu faria de qualquer maneira... ah!, o detalhe é que, fosse em 99, não teria feito o vestibular da uergs, não conheceria minha namorada e estaria serelepe e solteiro a não pegar ninguém por aí... e provavelmente estaria desempregado, mas isso é futuro, não passado...
acho que era isso, curiosos... (adoro terminar frases com reticências...)
:: ZÉ NASCIMENTO
| 1:05 PM
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Me contas o conto que te contaram?Micro-conto sobre a relatividade do tempo e a futilidade dos diálogos
- Bom dia, tudo bem?
- Olha só quem!!! Bom dia!
- E então, entrou de férias?
- Ãham, ainda bem... A partir de hoje, tenho vários dias para descansar!
- É, o primeiro semestre é sempre corrido. Planejou alguma viagem?
- Sim, estou voltando dela exatamente agora. A Europa é linda!
- Que bom! E você já sabe quando reiniciam as aulas?
- Claro, faço minha matrícula ainda agora de tarde.
- Hum... que pena que as férias passam tão rápido, né?
- Pois é... às vezes a gente nem se dá conta e... Bah! Não posso me atrasar! Minha primeira aula do quinto semestre é daqui à meia hora!
- Quanta correria, né?
- Bah, nem me fala... esta semana vai ser corrida mesmo! Deixei pra fazer todos os trabalhos finais na última hora...
- Normal... Mas podia ter te organizado um pouco, não?
- Mas como, se esse semestre passou voando?
- Sim, mas...
- Que merda! Entrei no site agora de noite, e aquela vaca me deu um C como conceito final!!! Mas que cadela!
- Calma, meu velho... não entra em pânico... tem a recuperação!
- Recuperação, o meu pinto de toca! Não quero nem saber! Deixa esse C assim mesmo! Minha formatura é amanhã.
- Se você acha...
- E tu, hein? Como é que tá? Já de férias?
- Pois é, ainda bem... A partir de hoje, tenho vários dias para descansar!
Micro-conto sobre a relatividade dos diálogos e a futilidade do tempo
- Oi, eu nasci agora.
- Meu filho!
- Sim, mamãe, sou eu.
- Mas por que essa pressa?
- Minhas aulinhas começam hoje, mamãe.
- Não quer levar algum lanchinho?
- Velha, na faculdade não se leva lanchinho, te liga!
- E eu te espero pro almoço?
- Mas que almoço? Tá ficando louca? Tô com toda a criançada me esperando lá em casa... Minha mulher vai ficar louca se eu não chegar a tempo!
- Filhinho... assim a tua mãe se preocupa!
- Tudo bem, mamãe, a gente dá um jeito no testamento depois. Até porque tem algumas cláusulas aí que não ficaram claras.
- Então tá, tchau. Tá na hora... Foi bom ter te conhecido, meu filho.
- Idem, mamãe. Mamãe? Mamãe...? Post-mortem:- Aqui, meu bebê!
- Ãh? Mamãe, onde eu tô? E esse aí quem é? Papai?
- Mais ou menos... Ele é o Papai do Céu, filhinho.
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 11:25 AM
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Terça-feira, Julho 27, 2004
Não sei se algo seiMicro-ensaio sobre a existência do nada ou a inexistência de algo durante as férias
Nas últimas semanas de aula, o que eu queria era férias. Nas últimas semanas de férias, o que eu quero é aula. Isso todo mundo diz, e já é uma frase socialmente aceita em momentos de falta de assunto (assim como: "Pois é, né...", "É a vida...", "Será que chove?", "E a mana?", "Tá boa a conversa, mas eu tenho que ir indo", "Era isso, então", "Falous").
As minhas férias, pelo menos, estão sendo extremamente vazias. Acordo tarde, como alguma coisa, durmo mais um pouco, como outro algo, como de novo, como mais um pouco e vou dormir. Dias realmente cheios. Mas será que no nada há algo? Nesse vazio ocupacional de férias, será que existe algo? Será que eu não faço "nada" nas minhas férias, ou isso é impossível?
Para Robert Kaplan, professor de matemática na Universidade de Harvard (não o de História do Universitário), o zero teria surgido pela primeira vez entre os séculos 6 e 3 a.C., na civilização fenícia. Esse povo inovou ao instituir a notação posicional, em que a posição de um algarismo é fundamental para a determinação de seu valor. Esse tipo de notação implica a necessidade de um sinal para representar a ausência de qualquer algarismo. Segundo o autor, "é graças ao uso do zero que sabemos, por exemplo, que 2003 é diferente de 23".
Ainda bem que existe pessoas que estudam anos a fio para chegar numa conclusão dessas.
Mas isso também não me diz nada. Ou diz algo? Será que posso afirmar que minhas férias estão zeradas de tão vazias?
E, depois, pra que merdas eu fico pensando numa coisa dessas? Talvez porque o blog esteja meio vazio... ou ele tem algo? Ou porque os meus dias estão meio vazios... ou será que eles têm algo?
Tá, com isso eu zero a minha criatividade, até porque reconheço que eu escrevi um texto ridículo. Mas o pior é vocês terem lido tudo isso pra chegarem a uma conclusão óbvia: escreveu, escreveu e escreveu, mas não disse nada. Ou será que disse algo?
Sabe o quê? Não sei se eu sei. Mas quem saberá?
Seres não-identificados, provenientes de algum planeta deste universo, divertem-se em compras na cidade de Tóquio, no Japão
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 7:54 PM
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nota mental
o restaurante onde eu almoço chama-se mr. magoo. devo confiar?
:: ZÉ NASCIMENTO
| 12:45 PM
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Segunda-feira, Julho 26, 2004
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Copa América, para ler com fundo amarelo...MADRECITA, SE FUERAN NUESTROS HERMANOS...
:: ZÉ NASCIMENTO
| 2:41 PM
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Domingo, Julho 25, 2004
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MEMBROS DO G7 APROVEITANDO SUAS FÉRIAS
Intelectual integrante do G7 é flagrado em concurso na Flórida
Só para constar, o integrante do grupo não obteve sucesso no concurso e ficou fora das finais. A falta de cebelos e barba grisalha foram alguns dos motivos que o levaram a desclassificação, segundo assumiu o próprio concorrente. Mesmo um pouco frustado pela sua colocação, o membro do G7 não escondeu a sua alegreia de ter ficado lado-a-lado de sósias de seu ídolo maior. "Voltarei no próxima edição do concurso, me esperem!", já vibrava o intelectual minutos depois.
Mais uma reportagem investigativa da série "Piadas Internas"
CLIQUE AQUI E CONFIRA
:: ROVANI FREITAS
| 2:17 PM
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Poemeu de louvor ao bom gurmê nacionalMillôr Fernandes Se,
Já nos tempos de Cabral,
Selvagem comia bispo
Com prazer, sem ritual,
(E até sem avental),
Se hoje
Pobre come calango
Como coisa natural
Se todos nós comemos carne
De tudo de que é animal
Se gente sempre comeu gente
E nem só por via oral
Por que culpar os ministros
Que comem 30 por cento
Do fundo Internacional?
Meu bem, na hora da fome,
Quem de nós não é canibal?
:: O UNIVERSO NUMA TELA DE COMPUTADOR ::
Quem sou? Para onde vou? O que é a vida? Qual é a minha missão? Não sei se responde, mas vai se fuder: este site é muito tri. Uma "pequena viagem", olhando o universo a 10 milhões de anos-luz de distância daTerra até os quarks de um próton do núcleo de um átomo de carbono. Impressionante! Esse eu recomendo MESMO!
Eu não bêbado estou quanto tão você.
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 12:09 PM
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Quinta-feira, Julho 22, 2004
Tudo bem no tanque de combustível, mas agora querem usar
Essa é a idéia das Forças Armadas americanas, que desenvolveram uma ração desidratada que as tropas podem hidratar usando qualquer tipo de água disponível ou mesmo urinando na comida! Saboroso, né?
Mas não é tão nojento quanto parece. A comida vem numa bolsa que contém um filtro que remove 99,9% das bactérias e outras substâncias químicas tóxicas da água usada para reidratar a comida.
O laboratório que inventou a urinated-food foi o Combat Feeding Directorate, parte integrante do US Army Soldier Systems Center em Natick, Massachusetts. Essa mesma organização inventou o "sanduíche indestrutível", que permanece fresco durante três dias.
Viu, Pink-Avon? Isso é que é jorrrnalismo científico!!! Até renderia uma monografia...
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 6:39 PM
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Terça-feira, Julho 20, 2004
PINGÜINS IMIGRANTES DA GROENLÂNDIA E O TERROR!!!Leia mais abaixo no post do Pedro...
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 8:27 PM
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Coisas deste tipo tem apenas um ÚNICO sentido...
Bacanal, ménage a trois e sodomia
na Lua!Notícia da Folha Online de hoje destaca:
Vejam as figuras de linguagem e os eufemismos usados para ocultar a dura (ui!) realidade dos fatos:
"Em 20 de julho de 1969, o americano Neil Armstrong deixou a primeira pegada humana na superfície da Lua. Hoje, 35 anos depois, uma esquadra internacional de naves não-tripuladas prepara o terreno para a futura volta de homens ao solo lunar.
A maior das aventuras já realizadas por seres humanos foi resultado do Projeto Apollo, desenvolvido pela Nasa sob ordens do presidente John Kennedy (...).
Em 16 de julho de 1969, partiu da Flórida a missão Apollo-11, que deveria ser a primeira a tentar a façanha. A bordo, Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins. Os dois primeiros desceriam à superfície lunar, três dias e meio após a partida, enquanto o terceiro os esperaria, em órbita.
Ao descer ao solo, Armstrong proferiu a famosa frase: "É um pequeno passo para um homem, um grande salto para humanidade". Com Aldrin, ele permaneceu 21 horas no Mar da Tranqüilidade, na região equatorial lunar.
O feito pavimentou o caminho para novas alunissagens. No total, contando a Apollo-11, houve seis missões bem-sucedidas de pouso na Lua. O programa terminou na Apollo-17, em 1972.
De toda forma, o reaquecimento da exploração lunar, 35 anos após a Apollo-11 realizar o primeiro pouso tripulado no satélite, mostra que talvez Neil Armstrong possa se arrepender de uma frase que disse na década de 1990, sobre o impacto de sua histórica missão. "Antes os estudantes diziam: "Estamos lendo sobre vocês na aula de ciência". Agora dizem: "Estamos lendo sobre vocês na aula de história"."
Ou ainda na de educação sexual...
:: JOGOS ::
Nada pra fazer nas férias? Torne-as incrivelmente produtivas com este incrível jogo! Meu recorde: desde a última aula até hoje. Inacreditavelmente impressionante!
Ou ainda tem este, uma cópia do aí de cima só que excessivamente mais divertida.
:: ESTÉTICA PÓS-MODERNA ::
As pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem" (Lilian Tonet)
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 8:15 PM
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Pingüins imigrantes da Groenlândia catalisam o terror na FABICO
É verdade. Tá aqui, ó. Coisa séria.
:: PEDRO MORAES
| 1:11 AM
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Segunda-feira, Julho 19, 2004
ESTE POST CONTÉM PALAVRÕES
Alemães acham utilidade em tudo, até na
Água do joelhoFácil. Faltou diesel no tanque? Nada que uma simples mijadinha não resolva, além de ser ecologicamente aconselhável. Para os que não tem conhecimento do imenso valor do seu líquido bexigüístico, a uréia já foi usada até para diminuir a poluição de usinas termelétricas. E só faltava esta agora: diminuir a poluição automobilística. Coisa de alemão...
:: AO IR PARA A NIGÉRIA, LEVE O SEU PÉ DE COELHO
E CUIDE BEM DO SEU SACO ::
Na Nigéria, pessoas morrem ao atender telefonemas de "números assassinos". Por causa disso, podemos ler frases politicamente filhas-da-puta como esta, no site da BBC: "Segundo [Sola] Odunfa [correspondente da BBC em Lagos], em um país supersticioso como a Nigéria, lendas urbanas infundadas são comuns".
Segundo o site, "o correspondente da BBC afirma que a nova lenda apresenta semelhanças com uma outra, que circulou há vários anos, de que um aperto de mão poderia causar o desaparecimento de órgãos sexuais. A lenda urbana se transformou em tragédia quando grupos de pessoas atacaram os acusados de fazer órgãos desaparecer".
Se não fosse por mim, eu me suicidava.
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 10:13 PM
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Sábado, Julho 17, 2004
Non-sense é a mãe
Randy é uma mão. Futeson é um pé. Estava um dia Randy a caminhar pelo parque, quando apalpou Futeson pelo caminho:
- Oi...
- Como assim "oi"?
- Por quê? Oi é oi...
- Não, oi não é um oi vindo de uma mão.
- Qual o problema?
- Não sei, mas deve sempre haver um problema em relações intermembrais.
- Inter o quê?
- Esquece...
- E você? Por onde tem andado?
- Olha, caminhando por aí... Na real, eu tenho estado com vontade de chutar o balde de vez.
- Não, não faça isso... Treinando você pega o jeito...
- Não, eu não consigo pegar nada... Só consigo é pisar no calcanhar dos outros...
- Ah... faz um esforcinho... agarra as oportunidades que aparecerem!
- Mas não é bem assim. Se eu pudesse...
- Ah tá! Agora vai vir com essas de não poder? Fecha o mão que tu consegue!
- Minha querida, eu sou um pé.
- Então fecha o tornozelo!
- Tornozelos não se fecham.
- Então pisa em cima desse desânimo!
- E por que você não vai pegar um caralho?
- Mas que baixaria!
- Sim, vindo de um pé, você queria o quê? Algo de um nível mais alto?
- É verdade... Ainda bem que você admite a diferença de nível existente entre nós dois.
- Sim, eu sou humilde.
- E vive fechado o dia inteiro num sapato fedido!
- Simpática, já ouviu falar em Havaianas? Eu descalço?
- Vai-te à merda, e sem Havaianas!
- Tudo bem, pelo menos eu não tenho que ficar limpando a bunda do nosso dono...
- Ai, seu asqueroso! Como você é grosso!
- E chuto bem pra caramba... Tchau pra ti...
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 11:11 PM
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Sexta-feira, Julho 16, 2004
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a mídia e a ressurreiçãode uma hora pra outra, só porque o caetano veloso gravou uma versão de feelings, resolveram ressuscitar o tal de morris albert... why, mr. anderson, why??? morris, albert!!!
jornalistas...
p.s: caê, não achei lindo...
:: ZÉ NASCIMENTO
| 11:39 AM
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Quinta-feira, Julho 15, 2004
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ninguém posta mais nada decente?????????
:: ZÉ NASCIMENTO
| 5:18 PM
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Quarta-feira, Julho 14, 2004
Bonitinho
Entrem no site http://www.albinoblacksheep.com/flash/kikia.php.
É uma animaçãozinha em japonês, mas o legal são os desenhos. (Não é anime)
Não precisa de som, mas tem que prestar bastante atenção na historinha. (Credo, já estou colocando coisas FoFixXxXx aqui, vai ver que os meus pontos de QI despencaram pela metade desde o começo das férias...)
:: PEDRO MORAES
| 4:07 AM
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Segunda-feira, Julho 12, 2004
Mais decência, por favor
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 3:44 PM
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Sábado, Julho 10, 2004
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voltando a postar de casa
que beleza, que beleza, que beleeeeeeeza...
:: ZÉ NASCIMENTO
| 12:56 AM
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Sexta-feira, Julho 09, 2004
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que frio!estava tão frio
que seu rosto congelou
e caiu.
estava tão frio
que sua mão congelou
e caiu.
estava tão frio
que seu joelho congelou
e...
caiu.
estava tão frio
que até seu pé congelou
e se partiu.
estava tão frio
que sumiu.
:: ZÉ NASCIMENTO
| 8:55 AM
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Novas aventuras do Bom, do Mau e do Feio - edição histórica
Em tempos em que até emprego de locutor de rádio requer boa aparência, o que será do Feio? Em tempos em que até em emprego de padeiro tem safadeza, o que será do Bom? Em tempos em que todo salário alto é visto com suspeita, o que será do Mau?
Nesses tempos, eu prefiro não trabalhar duro como uma farsa. Porque, nesses tempos, só o ócio é legítimo.
:: JOSUÉ BOCHI
| 3:44 AM
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Quinta-feira, Julho 08, 2004
YES!!!!Finalmente me libertei!!!
Calma, não é o que vocês estão pensando! Eu simplesmente consegui abandonar o Internet Explorer, aquela praga da Microsoft que já tava causando muitos problemas com trojans, adwares e spywares. Mudei para o FIREFOX. O melhor de tudo? Agora já consigo postar no G7+Henrique a partir do meu próprio computador. Oh! Que coisa emocionante. Recomendado a todos os Zés que também não conseguem postar aqui.
Bom, agora dando seguimento à nossa política de pão e circo, apresento os resultados um estudo cinematográfico muito importante retirado do Fraude.org. Eis alguns trechos:
Como fazer um pornô alemão
Dietrich é um feroz e jovem executivo que nasceu no lado comunista, mas aderiu com entusiasmo ao capitalismo. Agora, precisa ordenar a desocupação de um prédio caindo aos pedaços que será demolido para dar lugar a um shopping center de serviços. Acontece que os moradores não querem sair. A líder do movimento de resistência é Marsha, jovem bonita e pobre, nascida no lado ocidental e capitalista, mas cheia de ideais de igualdade. Os dois se detestam, embora, secretamente, estejam apaixonados. Ela fica dividida entre Dietrich e Werner, militante do Partido Verde que desde o início está ao seu lado. No meio de tudo isso, dois velhos discutem se foram positivas ou não as mudanças na república reunificada alemã. Ninguém tira a roupa.
Resultado na audiência: o espectador sai do cinema excitado com a constatação. É inegável que o capitalismo não foi capaz de vencer todos os seus desafios no pós-comunismo, mas se mostra o único sistema ainda viável.
Como fazer um pornô americano
Nina tem seios gigantescos, verdadeiras bolas de futebol, e uma grande e eriçada cabeleira loura, mas quase nenhuma bunda. Ela deixou uma fazenda ou cidade no interior para tentar a sorte na cidade grande, seguindo o sonho de ser uma grande artista de Hollywood. Mas tudo o que consegue é trabalhar como stripper. Nesse meio, ela faz sexo coreografado com um produtor sujo e interesseiro, um sujeito legal que só está ali para aumentar o número de trepadas em cena e o cliente bonitão que por coincidência tem alguns contatos no meio artístico. Nina finalmente alcança o estrelato.
Resultado na audiência: o espectador fica encantado com Nina, que, assim, estrelará mais uma batelada de filmes chatos e com sexo mecânico, Nina, Viva Las Vegas, Nina em Nova York, Nina e a maldição do sexo, entre outros. Seus peitões passam por uma cirurgia para ficar maiores do que nunca.
Amanhã, como fazer um pornô russo e um brasileiro.
:: PEDRO MORAES
| 12:53 PM
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Quarta-feira, Julho 07, 2004
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Mr. Anderson, surprise to see me?pois é, além de não conseguir postar de casa e ter zilhões de trabalhos do vocês-sabem-quem, ainda comecei a trabalhar... ou seja, posts cada vez mais raros, só quando o lico estiver aberto, ou quando eu estiver à toa em algum lugar fora da minha casa... como no trabalho, por exemplo...
amplexos... e encomendem sua matrícula no sítio da ufrgs...
:: ZÉ NASCIMENTO
| 1:28 PM
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Só pra constar...Isto é uma atualização.
:: (UM QUASE) JOGO ::
Para comemorar o fim de todos os trabalhos deste semestre. Quando isso acontecer. Se é que vai acontecer.
:: (AGORA SIM, UM) JOGO ::
Como acontece geralmente nas festas, mantenha o bêbado de pé.
:: (UM SANGRENTO) JOGO ::
Da série do Pingu. Mas deste escorre sangue pela tela.
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 11:37 AM
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Sábado, Julho 03, 2004
Festas bulêmicasE assim foi. Ficar na "portaria" de uma festa, quando ela estiver acabando, pode chegar a ser realmente um grande trabalho de pesquisa antropológica, ou, como diria somebody, renderia uma monografia. Mas eu não serei pedante em ficar dizendo o que uma festa à fantasia pode oferecer. Quem viver e for numa verá.
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 11:14 PM
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Quinta-feira, Julho 01, 2004
Marcas que valem ouro"O estudo DINHEIRO/Interbrand mostra que uma marca de prestígio pode alavancar os negócios em um mercado retraído. (...) "A marca é um escudo contra crises", analisa Eduardo Tomiya, diretor de avaliação da Interbrand. (...) Em um país marcado por escassez de crédito, rentabilidade anêmica e taxas de juros indecentes, o rigor na gestão financeira pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de um negócio." (Matéria da IstoÉ Dinheiro - link acima)
Informamos que a marca G7+H não se encontra entre as mais valiosas, porque não quisemos pagar o jabá necessário para conquistar nosso lugar merecido. Mas somos conscientes da nossa real e óbvia posição de hour-concour. Na real, sabemos que nem somos uma marca. Já somos uma filosofia de vida. O que não significa absolutamente nada.
:: MOISÉS SBARDELOTTO
| 6:55 PM
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